sábado, 17 de setembro de 2016

Quero Ler em Tarauacá já reúne quase mil alunos, distribuídos em 88 turmas

Quero Ler em Tarauacá já reúne quase mil alunos distribuídos em 88 turmas (Foto: Gleilson Miranda/Secom)
Não faz 30 dias que o governo do Acre estendeu o programa Quero Ler – para erradicação do analfabetismo – a outras cidades do estado, e Tarauacá já reúne uma somatória significativa de alunos. São quase mil estudantes matriculados, nas zonas urbana e rural, distribuídos em 88 turmas.

O governador Tião Viana visitou na noite de quinta-feira, 15, uma turma de 40 alunos da escola estadual de ensino Rosaura Mourão, no bairro da Praia. O deputado estadual Jenilson Leite e a coordenadora do Quero Ler em Tarauacá, professora Francisca Aragão, acompanharam a agenda.

Elias Manoel lembra que foram relapsas às vezes que pode frequentar uma sala de aula (Foto: Gleilson Miranda/Secom)
“Reúno 59 anos de serviço público, e asseguro que este é o melhor momento da história do Acre no setor da educação. Esta mudança é possível graças à sensibilidade do governo, que transformou o ensino público. E hoje, o Quero Ler complementa isso quando se compromete dar oportunidade e alfabetizar o maior número de pessoas em nosso município”, pontua Francisca Aragão.

Tião Viana acrescentou afirmando que Tarauacá vive uma nova fase na educação. “E vocês fazem parte desta história. Até novembro próximo, o Quero Ler deve reunir 14 mil alunos em todo o estado. Aqui estamos dando esperança, pois educação é libertação, e este programa representa isso. Fica essa mensagem de confiança e estímulo todos.”

Apoiador do Quero Ler no Acre, o deputado Jenilson Leite destacou sua importância. “O programa mexe com o coração das pessoas, dá oportunidade e muda vidas. A educação oferece inúmeras oportunidades, e aqui a gente vê isso”, destacou o parlamentar.
Alfabetização: libertação e conhecimento

Aos 75 anos de idade, Elias Manoel de Oliveira lembra que, quando viveu no seringal, foram raras as vezes que pôde frequentar uma sala de aula.

A escuridão do conhecimento o fez enfrentar diversas situações indesejadas. A maior delas, recorda, foi passar um dia inteiro perdido em Manaus (AM) pegando ônibus errado, por não saber ler.

“Hoje eu sei que nunca mais vou passar por um vexame desses. Muito obrigado, governador, por esta oportunidade, por este apoio. Realizo um sonho. É muito bom conhecer os direitos da gente. É um mundo que se abre. E que bom realizar este sonho aqui na minha cidade”, agradeceu o aposentado.

Pela aparência, a dona de casa Helena Nascimento deve ser a mais idosa da turma, apesar de desconhecer a própria idade. Ela conta que está entusiasmada para aprender a ler, e aguardar pelo horário das aulas a deixa ansiosa todos os dias.

“Estou muito contente. É um momento novo para quem nunca estudou, como eu. Minha família me apoia muito. É um sonho. Estou feliz”, ratificou.


Agência de Notícias do Acre
(Foto: Gleilson Miranda/Secom)

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Escola estadual teve a comunidade como aliada para tirar 7 no Ideb

Luan de Castro, 11 anos, é um dos estudantes “nota dez” da escola Georgete Kalume (Foto: Diego Gurgel/Secom)
Aos 11 anos, o garoto Luan de Castro confessa um desejo do coração, o de ser engenheiro civil, e diz encontrar na escola o seu maior aliado para a realização desse sonho. A continuar seus esforços, deve chegar lá, sobretudo porque é um dos 230 alunos da manhã que estão sendo preparados de uma forma especial pelos educadores da Escola Estadual de Ensino Fundamental Georgete Eluan Kalume, no bairro Cadeia Velha.
Projetos transversais, que adicionam linguagem com geografia e história regional, são alguns dos diferenciais da escola (Foto: Diego Gurgel/Secom).
A escola, que obteve nota 7 no recém-divulgado Índice Nacional da Educação Básica, o Ideb, está em segundo lugar no ranking da rede pública estadual em Rio Branco, e na terceira posição, em todo o estado.

Ali, as boas práticas escolares estão às claras, sem rodeios, e bem planejadas para que não pairem dúvidas sobre a eficiência do ensino-aprendizagem. “O nosso princípio é justamente o da clareza do que queremos. Se a escola e seus gestores não sabem o que querem para seus estudantes e não seguem um planejamento eficiente, infelizmente não há progresso”, ressalta a gestora Nancy de Souza.

Um ponto em comum entre as escolas acreanas com as maiores notas no Ideb e a Escola Georgete Kalume são as reuniões de avaliações e o comprometimento de todos, desde os pais de alunos a inspetores, merendeiras, coordenadores de ensino, coordenadores pedagógicos e professores. Os planejamentos de aulas são feitos uma vez por mês com toda a equipe, e semanalmente, por série.

Além disso, projetos de leitura e programas de estudo com temas transversais são uma constante: nesta semana, por exemplo, os estudantes trabalham história e geografia do Acre. Na porta de cada sala há uma bandeira de um dos municípios acreanos que estão sendo estudados. No projeto, estão incluídos subtemas como economia regional, história local e os aspectos geográficos de cada região.

Dentro desse ambiente de fomento ao saber, quem se destaca merece reconhecimento. A foto dos melhores alunos vai para o mural da escola, estampada em uma estrela dourada.

Por isso, não é de se admirar que alunas como Beatriz Lima, de dez anos, tenha prazer pela escola. “Eu amo português e geografia, porque a professora é legal e porque eu gosto de ler e conhecer novos lugares, mas tudo aqui é muito bom. Eles me deixam pegar um livro sempre que eu quero. E as aulas de interpretação de textos são minhas favoritas”, diz a menina.

E é de se admirar o esforço dela para estudar. A rotina de Beatriz começa de manhã bem cedo, quando a mãe, vendedora de cosméticos e que tem outros dois filhos gêmeos de quatro meses, embarca-a em um ponto do estádio Arena da Floresta. Do terminal, a menina pega outro ônibus para a escola. Seu pai é separado da sua mãe e vive em Santa Catarina. E além da venda de produtos de beleza, a família é beneficiária do programa Bolsa Família.

A Escola Georgete Eluan Kalume tem 620 alunos, divididos em nove turmas pela manhã, cinco à tarde e nove turmas da Educação de Jovens e Adultos à noite, a maioria composta de pais de alunos. Em outubro de 2011, foi agraciada com a Medalha Paulo Freire, honraria concedida pelo Ministério da Educação pelo projeto “Pais e Filhos Alfabetizados”.
Investimentos

Ao longo dos últimos anos, foram significativos os investimentos do governo do Estado na Educação Pública acreana. Políticas públicas integradas, elevação da infraestrutura física das escolas e a qualificação profissional foram primordiais, para elevar o Acre ao primeiro lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), da Região Norte.

Em 2013, o Estado registrava índice de 5,1 pontos no Ideb, nas séries do 1° ao 5° ano. Em 2015, o crescimento foi de 0,4, chegando a 5,5 pontos.

A estudante Beatriz Sampaio Lima, 10 anos, afirma que interpretação de texto a ajuda a compreender o mundo (Foto: Diego Gurgel/Secom)

Luan Silva de Castro, 11 anos, estuda para ser engenheiro civil; ele é um dos estudantes nota-dez da escola Georgete Kalume (Foto: Diego Gurgel/Secom)

Estudantes da 4ª série concentrados nas aulas de língua portuguesa; projetos transversais, que adicionam linguagem com geografia e história regional, são alguns dos diferenciais da escola (Foto: Diego Gurgel/Secom)

(Foto: Diego Gurgel/Secom)

(Foto: Diego Gurgel/Secom)

(Foto: Diego Gurgel/Secom)

(Foto: Diego Gurgel/Secom)

(Foto: Diego Gurg)

Fonte: Agência de Notícias do Acre

sábado, 10 de setembro de 2016

Ideb aponta educação pública do Acre em 1º lugar na Região Norte


Políticas públicas integradas, investimentos em infraestrutura física de escolas públicas e qualificação de professores, entre outras ações executadas pelo governo do Estado, permitiram que hoje o Acre celebrasse avanços nos indicadores de educação, como confirmam os números divulgados nesta semana pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que apontou o estado como o primeiro lugar da Região Norte no ensino fundamental I e II.

O Acre é o primeiro estado da Região Norte nas séries iniciais do ensino fundamental e o primeiro em qualidade nas séries finais do ensino fundamental. Significa dizer que estamos avançando em relação à taxa de crescimento do Brasil e em relação à nossa própria região”, comentou Marco Brandão, secretário de Estado de Educação e Esporte.

De acordo com o Ideb, em 2013 o Estado registrava índice de 5,1 pontos nas séries do 1° ao 5° ano. Em 2015, o crescimento foi de 0,4, chegando a 5,5 pontos. Nos dados de municípios, o ensino público da rede de Rio Branco apresentou crescimento de 0,3 ponto nas séries iniciais, saindo de 5,5 para 5,8 pontos.

No ensino fundamental do 6° ao 9° ano a educação estadual alcançou 4.5 pontos, na avaliação de 2015. No ensino médio, no mesmo ano, o Acre registra 3.6 pontos.

Para calcular esses índices, são levados em consideração os seguintes pontos: a permanência dos alunos em sala de aula, a taxa de aprovação e a capacidade que os alunos têm de usar os conhecimentos que eles desenvolveram na escola para a resolução de questões numa prova.

“Isso significa dizer que nossos alunos são capazes de ler textos, os tipos de textos que podem ler, as estratégias de leitura que eles são capazes de mobilizar. Nosso trabalho cotidiano tem sido pensar como melhorar ainda mais tudo isso com os professores e gestores de escolas”, pontuou Brandão.

Entre as estratégias para elevar a qualidade do ensino, estão investimentos como o Centro de Estudo de Línguas (CEL) e o Instituto de Filosofia e Matemática, que tornam os estudos mais atrativos. Na gestão de Tião Viana, também houve a contratação, por concurso público, de 2500 servidores para Educação, sendo a maior contratação da história. “A escola não pode ser árida, não é um lugar ruim, mas um lugar que possibilita o seu desenvolvimento”, frisa o secretário.

Dificuldades superadas e desafios a superar

Marco Brandão observa que a avaliação foi feita, inclusive, durante um período crítico para o estado, quando a região enfrentou a enchente de 2015. “Apesar disso, podemos ver que nossas equipes se esforçaram, trabalharam para que os resultados fossem satisfatórios e pudéssemos crescer”, disse.

O secretário de Educação recorda que nem sempre a realidade foi essa. Em 1998 o Acre amargava os últimos lugares nos indicadores que avaliam a qualidade do ensino da educação pública. “Precisávamos não apenas universalizar a educação e ofertar um ensino de qualidade, e foi nisso que investimos e temos perseguido no nosso trabalho”, destacou.

Segundo o gestor, o empenho dos servidores da Educação, o planejamento, seja verticalizado ou horizontal, a avaliação interna e externa, reuniões pedagógicas, entre outras atividades, são essenciais nos bons resultados.

Se pegarmos o resultado do estado e da prefeitura de Rio Branco, é possível ver que avançamos de forma igual. Isso porque estamos avaliando juntos as séries iniciais do Estado e município, estamos usando o mesmo procedimento de qualificação das equipes, construindo projetos e alternativas para as escolas, para, assim, garantir que possamos caminhar juntos e assegurar o direito do aluno de aprender”, conclui o gestor.

Fonte:Agência de Notícias do Acre

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

FORMAÇÃO ESPORTIVA EM TÉCNICAS DE BASQUETEBOL EM TARAUACÁ


ESTRUTURA – CLÍNICAS DE TÉCNICAS DE BASQUETEBOL 

TARAUACÁ – AC

1. FORMAÇÃO ESPORTIVA EM TÉCNICAS DE BASQUETEBOL

DATA DO EVENTO: 19 à 21 de setembro de 2016 

Horário: 08:00 às 12:00 e 14:00 às 18:00 hs 

Local: Escola de Ensino Médio Dr. Djalma da Cunha Batista.

Professor Formador: Manieldem Lima Távora 

Carga Horária: 24 horas (certificado emitido pela Secretaria Adjunta de Esporte – SEE) 

Equipe organizadora: Equipe da Gerência de Esporte Escolar (SEE) e equipe de esporte do Núcleo de Educação de Tarauacá. 

PÚBLICO ALVO

Perfil dos participantes: professores de Educação Física, acadêmicos do curso de Educação Física (UNOPAR e outros), técnicos leigos e atletas de referência do município;

Total de participantes previsto por curso: 70

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Segunda fase da Olimpíada Brasileira de Matemática será dia 10

As provas da segunda fase da 12ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), serão aplicadas no próximo dia 10 de setembro, sábado.

Este ano, 913.546 alunos estão classificados para a segunda etapa da competição nacional. No Acre foram classificados 4.453 alunos, de 174 escolas estaduais. Esses candidatos farão as provas em centros de aplicação escolhidos pela Obmep em todos os municípios participantes.

As provas serão aplicadas às 12h30 horário local. Nessa etapa, o exame terá seis questões dissertativas, e os candidatos deverão expor o raciocínio matemático usado para resolver os problemas.

Os alunos com melhor desempenho no Brasil receberão 500 medalhas de ouro, 1.500 de prata e 4.500 de bronze, totalizando 6.500 premiados, além de 46.200 menções honrosas, distribuídas a estudantes que se destaquem. Os vencedores serão anunciados em 30 de novembro.

Obmep

A Obmep é a maior Olimpíada estudantil do país e tem como metas estimular o estudo da Matemática e revelar talentos. Este ano 99,6%, dos municípios brasileiros tiveram alunos inscritos na competição.

Fonte:Agência de Notícias do Acre

sábado, 3 de setembro de 2016

Programa Quero Ler chega a Feijó e Tarauacá


Agência - Acre - Em um marco educacional na manhã desta sexta-feira, 2, o governador Tião Viana iniciou as atividades do programa Quero Ler em Feijó e Tarauacá. São 76 turmas de jovens e adultos nos dois municípios que irão finalmente aprender a ler e escrever, abrindo novas portas para a universalização do saber.

O Quero Ler é um programa criado por Tião Viana em seu segundo mandato e tem o audacioso objetivo de eliminar o analfabetismo no Acre até 2018, atendendo mais de 60 mil pessoas. Em Feijó, só neste primeiro momento, serão beneficiadas 500 pessoas, a maioria na área urbana. Já em Tarauacá, serão 400 alunos, com empenho maior na zona rural. O investimento total ultrapassa R$ 20 milhões.

Tião Viana é o criador do programa Quero Ler que pretende zerar o analfabetismo no Acre até 2018 (Foto: Sérgio Vale/Secom)
Já estamos chegando a sete mil alunos, e partimos agora para oito mil nesta etapa, para em breve chegarmos a 14 mil beneficiadas pelo Quero Ler só este ano. Vamos eliminar essa dívida moral da história do Acre com sua gente. Vamos ser o primeiro estado a vencer o analfabetismo, chamando os alunos para a sala, mobilizando mais de três mil professores e vencendo esse desafio pelo nosso povo mais simples”, disse Viana.

O secretário de Estado de Educação Esporte, Marco Brandão, ainda explica que, pelo alcance social do Quero Ler, os professores alfabetizadores foram selecionados dentro das próprias comunidades em parceria com as prefeituras, recebendo treinamento especial e uma bolsa em dinheiro para a atividade.

“Cada turma possui em média 15 alunos, e esses professores atenderão as pessoas dentro das suas próprias comunidades, em espaços alternativos como casas particulares, escolas, igrejas e associações”, ressaltou Brandão.

A empolgação para começar

“Quero fazer pelo menos meu nome”, conta Francisco (Foto: Sérgio Vale/Secom)
Entre os alunos de Feijó, Francisco João Correia, de 74 anos, é um dos mais animados. Nascido no seringal, nunca soube o que era uma escola na infância. Trabalhando duro para educar e sustentar 12 filhos, nunca teve tempo para si mesmo. Com todos adultos agora, alguns com nível superior, ele se prepara para se superar.

“Quero fazer pelo menos meu nome, que eu não sei, porque quando assino um documento tenho que sujar o dedo. Ler e escrever, para mim, será maravilhoso, porque tenho vontade de ler a Bíblia. Coisa melhor na nossa vida é o saber”, conta, sorridente.

Outra aluna do Quero Ler que não esconde a ansiedade é a indígena Carla Shanenawa, de 33 anos. Morando na comunidade Shanakya – três quilômetros longe da cidade -, ela é direta em seus sonhos: “É uma grande emoção participar deste programa, principalmente para nós indígenas, até para quebrar um pouco do preconceito com os índios. Meu sonho após aprender a ler é progredir mais e incentivar nossas crianças a estudar, dar incentivos para todo mundo buscar coisas melhores na vida”.

Os educadores que acreditam

Além do início oficial das turmas, o dia também marcou a formação dos educadores que irão alfabetizar nas turmas do Quero Ler. Eliene Tavares é uma delas em Tarauacá, e se disse comprometida com o programa. “A gente está melhorando a qualidade de vida da população. Na minha comunidade tem muita gente acima de 40 anos que não sabe nem escrever o nome. É nossa responsabilidade mudar isso.”

O objetivo de eliminar o analfabetismo no Acre até 2018, atendendo mais de 60 mil pessoas (Foto: Sérgio Vale/Secom)
O secretário adjunto de alfabetização, Evaldo Viana, reforça o alcance do Quero Ler: “Ainda este ano estaremos abrindo novas vagas em Feijó e Tarauacá. Iniciamos as atividades recentemente em Cruzeiro do Sul, temos mais de 340 turmas em Rio Branco e nos próximos dias outros municípios também começarão no programa”.

O que disseram

“A vida é muito dura. E muitos dos nossos pais tiveram que escolher entre estudar e trabalhar. Muitos de vocês também se dedicaram para que os filhos estudassem, mas vocês agora são a nossa infância, e vamos educá-los.” – Moisés Diniz, deputado federal

“Aqui temos sonhos de pessoas que querem ter uma vida melhor. Pessoas que não tiveram a oportunidade do acesso às letras quando eram crianças. Mas em 2018 vamos poder bater no peito e dizer que o Acre é um estado 100% alfabetizado.” – Leo de Brito, deputado federal

“Lembro meus pais, analfabetos, que não tiveram um ‘Quero Ler’ na vida. Quando era jovem e estudava, chegava em casa e meus pais não podiam me ajudar na tarefa da escola, mas eles me apoiaram em tudo nessa vida. Por isso, aproveitem essa oportunidade e não desistam.” – Raimundo Angelim, deputado federal

“O novo governo federal recém-empossado acabou com o programa Brasil Alfabetizado. Mas o governador Tião Viana não vai abandonar essa iniciativa, e seguirá em frente para acabar com o analfabetismo no Acre.” – Daniel Zen, deputado estadual.

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(Foto: Sérgio Vale/Secom)
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(Foto: Sérgio Vale/Secom)
“Quero fazer pelo menos meu nome que eu não sei, porque quando assino um documento, eu tenho que melar o dedo”, conta Francisco Correia (Foto: Sérgio Vale/Secom)
(Foto: Sérgio Vale/Secom)
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Tião Viana é o criador do programa Quero Ler que pretende zerar o analfabetismo no Acre até 2018 (Foto: Sérgio Vale/Secom)
(Foto: Sérgio Vale/Secom)