sexta-feira, 24 de maio de 2019

Time de professores produz 600 planos de aula de matemática alinhados à Base


Com apoio da Fundação Lemann e do Google.org, Nova Escola lança conteúdos online e gratuitos que apoiam o trabalho com disciplina do 1° ao 9° ano do ensino fundamental.

Para apoiar professores de matemática no desafio de levar a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) para a sala de aula, um time composto por educadores de todo o país produziu 600 planos de aula online e gratuitos com recomendações e atividades alinhadas ao documento. O projeto é resultado de uma parceria entre a Nova Escola, a Fundação Lemann e o Google.org.

Elaborados com a contribuição do Mathema, grupo especializado na criação de métodos pedagógicos, os planos de aula estão baseados na resolução de problemas e no esforço produtivo, uma metodologia que mobiliza os estudantes em tentativas e estimula o raciocínio por meio de perguntas. “Os planos de aula vão priorizar atividades nas quais o erro é muito valorizado”, destaca Katia Smole, sócia-diretora do Mathema, ao citar que as pesquisas atuais de neurociência apontam que a aprendizagem de matemática em profundidade acontecem muito mais em situações de erro do que de acerto imediato.

“Nós queremos que a crianças e os jovens pensem, tentem, experimentem, investiguem, justifiquem e duvidem para que eles possam formar uma pequena comunidade de pensadores matemáticos”, diz Katia. Para isso, além das sugestões de atividades e conteúdos a serem trabalhados, os planos de aula trazem uma série de orientações aos educadores, como por exemplo o guia de intervenções, que aponta possíveis soluções para os desafios e prevê possíveis dificuldades ou erros dos alunos.

Disponíveis para consulta online ou impressão, os planos também apresentam a relação entre o assunto trabalhado e as habilidades previstas na Base. De acordo com Juliana Cavalcante, gerente de produtos pedagógicos da Associação Nova Escola, a ideia é trazer orientações para contribuir com a formação dos professores que, entre outros desafios diários, terão de pensar em como colocar o documento em prática na sua sala de aula.

“Um dos pontos mais importantes dos planos é possibilidade de ver a Base na prática”, diz a professora Mara Mansani, da rede pública de Sorocaba e Salto de Pirapora. “Não são apenas planos para matemática. Os professores podem pegar essa metodologia para começar a preparar suas aulas de outras disciplinas, considerando possíveis intervenções, erros e dificuldades do seus alunos”, sugere a educadora que, além de ter testado alguns roteiros com a sua turma, foi uma das 185 integrantes do time de autores responsável pela elaboração dos materiais.

Composto por professores de 18 estados brasileiros, o time de autores trabalhou a distância para elaborar os planos de aula. Com apenas um encontro presencial, que aconteceu em novembro do ano passado, o trabalho foi viabilizado por meio de ferramentas online de produção G Suite, do Google.


Durante todo o processo, os professores participantes também foram acompanhados por mentores e especialistas da área. “A troca com o mentor foi necessária e muito boa para que a gente conseguisse desenvolver as aulas com o olhar de um terceiro. Quando você faz um plano de aula, você vicia naquilo e acaba deixando passar alguns detalhes”, conta a professora e autora Renata Capovilla, do Colégio Rio Branco de Campinas.

Quem também já testou alguns planos de aula com a sua turma foi a professora Flávia Sant’ Ana Vieira Nascimento, da rede municipal de Jacareí. “Quando eu olhei alguns planos de aula, achei que as crianças já sabiam aquele assunto. Na aplicação, eu percebi que não era assim”, diz. Ela também sugere que os educadores não subestimem nenhuma etapa: “Quando você olha os planos, pode até pensar que uma atividade é muito fácil ou muito difícil para a sua turma. Quando você vai destrinchando o passo a passo, você vê que ela é super possível.”

Em entrevista ao Porvir, alguns professores do time de autores também deram dicas de como trabalhar com os planos de aula. Confira:

1- Leia o plano na íntegra antes de levar alguma atividade para a sala de aula;
2- Observe as orientações e sugestões de intervenção;
3- Entenda como o plano se relaciona com as habilidades da BNCC;
4- Separe os materiais complementares;
5- Inspire-se na metodologia do plano para elaborar outras aulas.

Novos planos de aula

No fim do mês, a previsão é que sejam disponibilizados novos planos na plataforma, contabilizando 1.500 aulas de matemática. Como próximos passos, o projeto também irá disponibilizar materiais de todas as disciplinas da BNCC do Ensino Fundamental e da Educação Infantil.

Em abril, também acontece uma nova seleção de professores interessados em fazer parte do time de autores de língua portuguesa e educação infantil. História, geografia, arte e educação física também devem lançar uma chamada no segundo semestre de 2018 e no início de 2019.

Fonte: Porvir

quinta-feira, 23 de maio de 2019

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO PROMOVE ESTUDO SOBRE NOVO ENSINO MÉDIO PARA EQUIPE DA ESCOLA JOÃO RIBEIRO


Nesta quarta feira, 22 de maio, no período da tarde, a equipe pedagógica do Núcleo Estadual de Educação, reuniu com a gestora Ilca Frota e os coordenadores Professora Nedina Yawanawá e Professor Aldomir Albano da João Ribeiro, para a realização de um estudo sobre as diretrizes curriculares nacionais do ensino médio. 

Foram apresentados os termos retirados das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (DCNEM), promovido debate e reflexão a respeito da conceituação de 10 termos retirados das Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio (DCNEM) , leitura das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (DCNEM) e a socialização do entendimento da leitura das DCNEM.

Assessoria Núcleo de Educação

Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual do Acre oferta cursos

Para promover um aperfeiçoamento dos professores, favorecer a inclusão no acesso a educação para pessoas com deficiência e proporcionar capacitação para a comunidade, a Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Esportes (SEE), por meio Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual do Acre (CAPDV), promove quatro cursos de formação para professores de Atendimento Educacional Especializado (AEE), professores de sala de aula comum acadêmicos da área da Educação e comunidade.

“O objetivo do CAP-DV com a oferta de cursos é auxiliar na formação continuada de professores, pessoas com deficiência e comunidade quanto às especificidades da deficiência visual. Os cursos aliam teoria e prática, proporcionando aos cursistas ricas experiências que colaboraram para o aprimoramento do atendimento e inclusão das pessoas com deficiência visual”, afirma a Coordenadora do CAP/Acre, Hyrla Mariano.

Os cursos oferecidos com o direcionamento para pessoas com deficiência visual são eles: Técnicas do Sarobã, Pré- Braille: metodologia de Alfabetização no Sistema Braile, Baixa Visão e Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille.

As Inscrições serão presenciais, durante os dias 29 e 30 de maio, no CAP, que fica localizado na Estrada Alberto Torres, 825, Conjunto Mariana (anexo ao Dom Bosco). Os documentos necessários para apresentar no ato de inscrição: Documento de identidade (original e cópia), Certificado de conclusão de Ensino Médio ou Ensino Superior (original), declaração original da Escola – para professores e atendentes educacionais (mediadores).

Confira a Ementa e outras informações sobre cada curso:

Pré-Braille: Metodologia de Alfabetização no Sistema Braille


Técnicas do Sarobã


Baixa Visão


Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille


(SEE)

Educação e TJ lançam edição 2019 do Projeto ECA na Comunidade

Diretor de Gestão, Márcio Mourão, destacou importância da parceria com o TJ.
Foto: Stalin Melo
A Secretaria de Educação, Cultura e Esportes (SEE) e o Tribunal de Justiça do Acre (TJ/AC) lançaram esta semana, no auditório da Escola de Ensino Integral Glória Perez, localizada no bairro Xavier Maia, a edição 2019 do Projeto ECA na Comunidade, ação que já é desenvolvida desde 2011.

O lançamento contou com a presença do diretor de Gestão da SEE, professor Márcio Mourão, do Promotor Daison Teles, que na solenidade representou o MPE e da chefe da Divisão de Educação em Direitos Humanos e Diversidade da SEE, Irizane Vieira.

O Projeto ECA na Comunidade é executado pela Vara da Infância e da Juventude, juntamente com a SEE e conta com outros parceiros igualmente importantes, como o Ministério Público (MPE) e o Conselho Tutelar. Um dos objetivos é, além de divulgar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), também difundir a idéia de que nele não há somente direitos, mas também deveres.

Será desenvolvida em todas as escolas de ensino Fundamental e Médio de Rio Branco por meio de palestras, rodas de conversas e encontro com toda a comunidade a comunidade. De acordo com a pedagoga do TJ, Alessandra Pinheiro, “é preciso desconstruir a idéia de que o ECA só traz direitos, ele traz também direitos”.

As instituições tem observado, ao longo dos anos, que tanto a família quanto a escola tem deixado de cumprir seus papéis constitucionais de educar e ensinar pelo desconhecimento do Estatuto. “O ECA é uma lei que protege, porque as crianças e os adolescentes precisam de proteção, mas a família, a escola e a sociedade tem uma função importante nessa formação”, explicou.

Dentro do Projeto, além de debates sobre o estatuto também estarão acontecendo rodas de conversas sobre bullying na escola, participação da família na educação e abuso sexual contra crianças e adolescentes, além de outros assuntos que dizem respeito a Justiça, mas que a comunidade escolar não sabe quem procurar e como solucionar.

O diretor de Gestão da SEE, Márcio Mourão, destacou a importância do projeto e frisou que para além da escola, a família também tem um papel fundamental na educação e na formação da criança e do adolescente. “A união entre escola, família e comunidade torna esse projeto fundamental para resguardar os direitos e os deveres de nossos alunos”, afirmou. (SEE)

Professores de Escolas Indígenas participam de formação

Professores indígenas participam de formação (Foto: cedida por Divisão de Ed. Esc. Indígena/SEE)
No período de 29 de abril a 11 de maio, técnicos da equipe da Divisão de Educação Escolar Indígena da Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Esportes – SEE realizaram visitas e encontros de formação com professores, assessores e lideranças indígenas, nos municípios de Mâncio Lima, Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Feijó.

Durante a ação, a equipe recebeu as demandas das comunidades, conheceu a estrutura das escolas e apresentou as propostas para o trabalho a ser desenvolvido no âmbito das escolas indígenas, conforme a perspectiva da nova gestão.

Segundo a assessora pedagógica, Andrea Campelo, é preciso considerar as diferentes realidades em que se encontram as comunidades e escolas indígenas no estado.

“A intenção é construir uma proposta voltada ao fazer didático e pedagógico do professor em sala de aula, a partir de reflexões sobre a educação escolar indígena de cada povo em questão, incluindo os processos próprios de aprendizagem de cada um, assim como os processos de escolarização e de construção do conhecimento”, explica.

“Nós compreendemos que a qualidade do ensino nas escolas indígenas deve estar associada a uma variedade de recursos que envolvem currículo, práticas de ensino, qualidade profissional, envolvimento da família e da comunidade, apoio dos gestores e recursos pedagógicos”, completou o chefe da divisão de educação escolar indígena, Nilo Barreto Júnior.

Etnias no Acre

Segundo dados (Acre em Números, 2017), habitam no estado 15 (quinze) etnias: Noke Koĩ/Katukina, Huni Kuî/Kaxinawá, Apolima Arara, Shanenawa, Yawanawá, Shawãdawa, Nawa, Nukini, Puyanawa, Manchineri, Madija, Ashaninka, Jaminawa, Kuntanawa e Jaminawa Arara, localizados em 35 Terras Indígenas, situadas em 12 municípios do estado do Acre, totalizando uma população de 19.962 indígenas. (SEE)

See e Ufac celebram Termo de Cooperação Técnica

Assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre Ufac e See (Foto: Mardilson Gomes/ Ascom See)
O Secretário da Educação, Cultura e Esportes (SEE), Mauro Sérgio Cruz, assinou na tarde desta segunda-feira, 20, um Termo de Cooperação Técnica com a Universidade Federal do Acre (UFAC) para a realização do Curso de Formação oferecido pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígena (NEABI) sobre a aplicabilidade da lei 10.639/03.

O encontro contou com a participação de cerca de 200 pessoas, dentre elas, gestores e coordenadores de ensino das escolas estaduais de Rio Branco, além de membros das equipes dos departamentos e outros setores da secretaria.

O Termo celebrado entre SEE e Ufac tem por finalidade a realização de cursos de formação continuada destinada aos servidores que exercem a função de assessores técnicos e pedagógicos dos setores da Secretaria de Educação.

“É um prazer para nós enquanto secretaria de estado assinar mais um convênio com a Ufac. Nós precisamos de bons parceiros, como a nossa Universidade. E mais uma vez estamos honrando nosso compromisso, em nome do governador Gladson Cameli. Nós queremos afirmar que a política de igualdade racial deve estar presente dentro de nossas escolas, pois é lá onde nossos alunos devem realmente aprender a se respeitar, a amar o semelhante e querer sempre fazer o bem de uma forma correta a partir do respeito, e nós queremos que este tema possa ser debatido não só pelos professores de história ou das ciências humanas, mas que toda escola assuma essa bandeira, a bandeira da igualdade racial”, afirma o Secretário de Educação Mauro Cruz.

A assinatura do Termo de Cooperação garante aos assessores técnicos e pedagógicos da SEE a 1ª formação sobre educação das relações étnicas raciais, a história da população negra e indígena no Brasil e os desafios das leis 10.639/03 e 11.645/08 e a aplicabilidade das leis no dia a dia das unidades públicas de ensino do Acre.

“A Ufac hoje está cada dia mais buscando a consolidação dentro do processo educacional do nosso estado. Ela se faz presente hoje em todo Acre com grandes programas de educação. Buscamos nos tornar referência no ensino, na pesquisa e na extensão. O NEABI é um órgão dentro da Ufac onde temos vários alunos e professores e essa ação que fica hoje registrada é um acontecimento histórico. A universidade se coloca à disposição do governo estadual e da secretaria de educação para firmamos novas parcerias”, salientou o prof. Dr. Josimar Batista Ferreira, vice-reitor da Ufac.

A coordenadora de ensino no NEABI, Claudia Marques de Oliveira explicou que o lançamento dessa formação é uma demanda dos educadores envolvidos pela educação das relações étnicos raciais no Fórum Permanente de educação étnico racial que teve um processo de uma conversa com a diretora de ensino e com o secretário.

“Estamos muito felizes por essa oportunidade de trocarmos ideias e dialogarmos um pouco mais sobre os conhecimentos que perpassam a história e a cultura africana afro-brasileira e a cultura indígena. São conhecimentos que, durante um longo tempo da história da nossa educação, estiveram fora do nosso currículo escolar”, comenta.

“O conhecimento nos faz entender que precisamos saber ainda mais. A lei de diretrizes e bases da educação nacional traz essa responsabilidade para a escola e nós educadores é que devemos transformar esse conhecimento em atitudes de respeito, contrário a qualquer forma de tratamento desigual e de preconceito”, afirmou a profª Iriscélia Cabanelas Zanini, presidente do Conselho Estadual de Educação.

A lei 10.639/03 institui a obrigatoriedade do ensino da história e cultura afro-brasileira e africana nas escolas públicas e particulares, do ensino fundamental até o ensino médio, ressalta a importância da cultura negra na formação da sociedade brasileira. A lei também estabelece o dia 20 de novembro como “Dia Nacional da Consciência Negra”. (SEE)

Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual do Acre oferta cursos

Para promover um aperfeiçoamento dos professores, favorecer a inclusão no acesso a educação para pessoas com deficiência e proporcionar capacitação para a comunidade, a Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Esportes (SEE), por meio Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual do Acre (CAPDV), promove quatro cursos de formação para professores de Atendimento Educacional Especializado (AEE), professores de sala de aula comum acadêmicos da área da Educação e comunidade.

“O objetivo do CAP-DV com a oferta de cursos é auxiliar na formação continuada de professores, pessoas com deficiência e comunidade quanto às especificidades da deficiência visual. Os cursos aliam teoria e prática, proporcionando aos cursistas ricas experiências que colaboraram para o aprimoramento do atendimento e inclusão das pessoas com deficiência visual”, afirma a Coordenadora do CAP/Acre, Hyrla Mariano.

Os cursos oferecidos com o direcionamento para pessoas com deficiência visual são eles: Técnicas do Sarobã, Pré- Braille: metodologia de Alfabetização no Sistema Braile, Baixa Visão e Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille.

As Inscrições serão presenciais, durante os dias 29 e 30 de maio, no CAP, que fica localizado na Estrada Alberto Torres, 825, Conjunto Mariana (anexo ao Dom Bosco). Os documentos necessários para apresentar no ato de inscrição: Documento de identidade (original e cópia), Certificado de conclusão de Ensino Médio ou Ensino Superior (original), declaração original da Escola – para professores e atendentes educacionais (mediadores).

Confira a Ementa e outras informações sobre cada curso:

Pré-Braille: Metodologia de Alfabetização no Sistema Braille


Técnicas do Sarobã


Baixa Visão


Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FARÁ LANÇAMENTO DO CENSO ESCOLAR 2019 EM TARAUACÁ, NO PRÓXIMO DIA 6 DE JUNHO.

O Governo do Estado do Acre fará o lançamento da primeira etapa do Censo Escolar 2019 em Tarauacá, na próxima quinta feira, 6 de junho. O ato acontece no auditório do Sinteac no período da manhça e contará com a presença de autoridades ligadas às redes de educação do estado e dos município, incluindo os secretários de educação do estado Professor Mauro Sérgio Cruz e do município Professor Orlando Bezerra.

O Censo Escolar é um levantamento de dados estatístico-educacionais de âmbito nacional realizado pelo INEP, com a colaboração da Secretaria Estadual e Secretarias Municipais de Educação, e com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país. É o principal instrumento de coleta de informações da educação básica, que abrange as suas diferentes etapas e modalidades de ensino. As informações sobre as escolas, as turmas, os professores e os alunos coletadas pelo censo são armazenadas em um sistema chamado educacenso. Estas informações auxiliam o poder público na tomada de decisões, bem como no planejamento de ações para aprimorar a qualidade da educação. 

No Acre, o Censo Escolar é acompanhado pela Divisão de Estudos e Pesquisas Educacionais – DEPE, órgão da SEE vinculada ao INEP/MEC, cuja missão é promover estudos, pesquisas e avaliações sobre o Sistema Educacional com o objetivo de subsidiar a formulação e implementação de políticas públicas para a área educacional, a partir de parâmetros de qualidade e equidade, bem como produzir informações claras e confiáveis aos gestores, pesquisadores, educadores e o público em geral. 

O Censo Escolar é coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), do Ministério da Educação, e realizado por intermédio das secretarias estaduais e municipais de todo o Brasil. No Acre, a coleta de dados das escolas passa pela Divisão de Estudos e Pesquisas (Depe), por meio da SEE, e abrange os mais de 170 mil alunos da educação básica na rede pública, divididos entre as 1.618 escolas do estado, todas cadastradas no Censo. 

Em Tarauacá esse trabalho está sob a responsabilidade do Núcleo Estadual de Educação através do coordenador local Professor Célio Acioly .

Incluir as informações de todos os estabelecimentos de ensino do Acre no banco de dados do Censo é indispensável para compreender a situação educacional do estado e manter os recursos que sustentam o funcionamento da escola. 

Os indicadores são um retrato fiel da educação, já que apresentam a característica socioeconômica de cada instituição de ensino de todos os estados brasileiros. 

Censo Escolar

Os dados são inseridos pelos gestores de escola no site do Educacenso, plataforma disponibilizada pelo Inep, anualmente, na qual deve ser respondido um questionário com quantitativo de matriculas, medidas administrativas e outras informações.

Informações de extrema importância para o repasse de recursos do Fundeb, Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (PNATE). O resultado obtido pelo Censo Escolar contribui na construção de competências e aperfeiçoamento da qualidade da educação, transformando em conhecimento os dados obtidos por meio da base estatística.

Dessa forma, a necessidade de buscar as intervenções pedagógicas ocorre através dos números que traduzem a realidade econômica e cultural de cada escola.

Assessoria de Comunicação
Nucleo de Tarauacá