terça-feira, 28 de setembro de 2010

PEEJA - Planejamento Estratégico de Educação de Jovens e Adultos

No dia 22 de setembro, no CEDUP, realizou-se um encontro com a Consultora de Campo -Fabiana de Carvalho Pereira e atores convidados: Secretário Municipal de Educação, Gestor Local- responsável pelo Programa Brasil Alfabetizado - PBA, Coordenadores do PBA, Coordenador Estadual de AJA/EJA, Coordenador Municipal de AJA/EJA e Representante do Núcleo Estadual de Educação, para orientações na elaboração do Plano Estratégico para a Educação de Jovens e Adultos – PEEJA, a ser elaborado/implantado pelos municípios prioritários.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Formação Continuada do PROFEMAT E PROFELING 1º E 2º ANO

No período de 13 a 17 de setembro, as técnicas do Núcleo de Educação- Gecilda, Lea, Arlete participaram em Rio Branco de mais uma Formação Continuada, para ajudar os professores em seus planejamentos.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Patrimônio

Visitaram o Núcleo de Tarauacá no dia 15 de setembro a Coordenadora de Patrimônio da SEE, Arlene Sampaio e Janete juntamente com a Coordenadora de Patrimônio de Cruzeiro do Sul Rosaida e Elilde, cuja visita tinha como objetivo passar informações sobre arquivamentos de documentações dos convênios PAR, BNDS e BIRD. Como também verificar os mobiliários das escolas, visita ao Setor de Merenda Escolar e tirar algumas dúvidas do Setor de Patrimônio deste Núcleo de Educação.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Oficina da TV Escola

No dia 14 realizou-se uma Oficina da TV ESCOLA na Escola de Ensino Médio com a presença de duas técnicas do NTE, Leonilda Melo e Rosilene.
O Objetivo deste trabalho é incentivar os professores e coordenadores a inserirem em seus planejamentos e aulas os vídeos da TV ESCOLA.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Aniversário da Escola Donizete Motta

No dia 10 de setembro a Escola Donizete Motta comemorou 35 anos de muito trabalho, dedicação e compromisso.
A gestora, Ivone Melo realizou uma grande festa com toda a comunidade escolar e ex-funcionários que tiveram uma história de amor com a referida escola.
Parabenizamos a Todos pela festa e pelo trabalho.

Formação Continuada-EJA

No período de 08 a 10 de setembro, realizou-se na Escola de Ensino Fundamental e Médio João Ribeiro uma Formação Continuada com os professores de EJA, assim divididos:
1ª turma - EJA I
2ª turma- Ensino Fundamental e Médio.
As oficinas enfocaram a interdisciplinaridade, processos metodológicos e planejamento em grupo.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

6ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas-OBMEP 2010













2ª fase da OBMEP-2010- Somando novos talentos para o Brasil.
Atenção alunos que foram classificados para a 2ª fase da Olimpíada de Matemática -2010, a prova será realizada dia 11 de setembro na Escola Instituto São José.
Horário: 14 horas e 30 min. horário de Brasília. Portanto, não esqueçam, que devem comparecerem com 1 hora de antecedência em relação ao horário do início das provas.
Lembre-se: 13horas e 30 min.será o início das provas -horário local.

Programa TV Escola

No dia 14 de setembro, o Programa TV Escola estará realizando a Oficina ( O uso dos vídeos na sala de aula) com os coordenadores pedagógicos e professores das escolas da Rede Estadual e Municipal, na Escola de Ensino Médio Dr. Djlama da Cunha Batista, com o objetivo de melhorar a utilização pedagógica dos conteúdos educacionais da TV Escola.
Cada escola enviará o nome de 01 Coordenador Pedagógico ou de Ensino e 01 professor para participar.
A oficina terá a carga horária de 8 horas.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E Tecnologia (SNCT) – Ciência para o Desenvolvimento Sustentável.

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) acontece no Brasil desde 2004. Ela tem tido um êxito grande com uma participação crescente de pessoas e instituições. Em 2009, foram realizadas cerca de 25.000 atividades em 500 municípios brasileiros.
A finalidade principal da SNCT é mobilizar a população, em especial crianças e jovens, em torno de temas e atividades de Ciência e Tecnologia, valorizando a criatividade, a atitude científica e a inovação.
A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de 2010 ocorrerá entre 18 e 24 de outubro. O tema será: “Ciência para o Desenvolvimento Sustentável”.
Como participar?
Você pode participar de qualquer evento da SNCT; todos são gratuitos. No site Nacional da Semana, em sites estaduais ou em meios de comunicação de sua região, você encontrará as informações sobre os eventos que acontecem na SNCT. O site tem informação sobre as atividades e os contatos locais, além de notícias, artigos, vídeos e outros materiais. Você poderá solicitar também material de divulgação da Semana, como cartazes, folders e vídeos, para sua região ou instituição.
Entre em contato para participar, esclarecer dúvidas ou dar sugestões pelo site http://semanact.mct.gov.br ou email: semanact@mct.gov.br.

Textos da Categoria-Crônica- OLP 2010

ESCOLA: Rosaura Mourão da Rocha
Aluna: Bárbara Rodrigues da Silva
Categoria: Crônica

AS APARÊNCIAS ENGANAM

Na madrugada de um novo dia, levantei-me. Não tinha sono. Deitar e, rolar no colchão vendo as horas passarem, é uma tortura completa. Prefiro ficar sentada, pedindo a Deus um novo dia, assim que cochilei, o sol nasceu. Levantei, abri a porta, olhando pro céu agradeci, mas logo as nuvens correndo, tamparam o sol, daí, deu um sutil trovão. Trovejou outro, caiu o primeiro toró de chuva.
E esticando meus braços, tristemente: “A natureza da gente é que nem borracha... Logo no meu domingo. Triste o dia todo, sem ter o que fazer. E os meus amigos tentando alegrar-me, convidaram para ir ao “Aniversário da Cidade”, perguntei quem ia cantar, eles disseram, que eram uns tais de João Neto e Frederico, falei: _ Agora que não vou mesmo, nem conheço, deve ser uma dupla, brega, fracassada.
Não quero ir, vão vocês! Desistiram de mim. Após algumas horas a chuva deu uma trégua... Já chegada à noite as 22 h, repensei no convite e fui mesmo sabendo que não ia gostar dos cantores.
Chegando ao local, uma grande aglomeração de pessoas, bebendo, conversando, enfim se divertindo. Várias exposições de artes, barracas com bebidas e comidas, todos alegres, e só eu com uma cara de quem comeu, e não gostou. Encontrei os amigos, andamos por todo lugar, e faltando alguns minutos para a meia-noite, anunciaram que iam começar a soltar os fogos, e concluímos novamente à volta por toda a praça; comemos acolá, bebemos ali, e no alto dos céus os fogos brilharam lindamente, como se fosse no Rio de Janeiro, tudo colorido. Naquela hora o centro de atenção.
Às 2 horas, os cantores chegaram ao palco, cumprimentaram-nos, assim que os vi fiquei surpreendida, pensava que eles eram velhos, feios e bregas, porém me enganei, começaram a cantar, a música era tão bonita que me emocionei ao pensar nos acontecimentos da vida, sorrindo e chorando, meus amigos perguntaram se gostei, disse que amei. Eles me falaram uma linda frase: Não julgue as pessoas antes de vê-las, pois as aparências enganam.


ESCOLA: Tupanir Gaudêncio da Costa
Aluna: Glenda de Souza Cabral
Categoria: Crônica

ZÉ BURACO

Tarauacá é uma cidade pequena, tranqüila e amada por seus habitantes.
Quem nasce e mora em Tarauacá, ou mesmo quem veio de outros lugares para passear ou trabalhar aprende a gostar do lugar e acima de tudo torna-se um defensor do seu espaço.
A hospitalidade, simpatia, credibilidade, confiança e atenção com que os visitantes e turistas são tratados certamente os encanta. Não importa com quem se tenha que bater de frente, o importante é mostrar que a cidade é bela e que os moradores são amáveis.
Os problemas são sempre resolvidos, independentes da forma que se tenha que usar para resolver. Moradores de uma das principais ruas da cidade, preocupados e envergonhados com os “buracos” que já causavam até acidentes, começaram a buscar uma solução para a situação. Reuniram-se com o presidente do bairro, que se reuniu com o secretário de obras, que reuniu com o assessor do prefeito, que se reuniu com o prefeito, que não fez nada e nada foi resolvido.
Mas é claro que eles não desistiram aí, foram fortes como leão e usaram a criatividade para solucionar o problema. Criaram um blog e pediram que os leitores enviassem fotos dos maiores “buracos” das ruas da cidade. A homenagem, o certificado e o registro do “Zé Buraco” seria por conta da Associação de moradores do bairro. As fotos vieram de todos os bairros da cidade. A premiação para o “Zé Buraco” era surpresa, mas já valia a festa.
A administração da cidade ficou com a cara no chão e envergonhada com a falta de respeito e de trabalho, e, nem deu tempo as fotos serem tiradas para a análise do vencedor. Os buracos da cidade foram consertados e a cidade tornou-se novamente, orgulho dos moradores. E a festa? A comemoração foi ainda maior, afinal de contas o que se queria mesmo era não ter “Zé Buraco” na cidade.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Formação do Ensino Fundamental de 9 anos para professores de 1º e 2º anos

Dia 02 de setembro, realizou-se mais uma Formação Continuada com os professores do 1º e 2º ano, com os seguintes objetivos:
*Incentivar o gosto pela leitura.
*Refletir sobre as propostas de produção textual oferecidas aos alunos.
*Refletir sobre a importância da produção textual, com vista ao desenvolvimento de capacidades específicas para o trabalho em sala de aula com os diversos gêneros textuais e suas especificidades, dando ênfase ao tempo dedicado à produção oral e escrita nas séries iniciais.

Conteúdos:
Formação leitora.
Produção textual.
O material é muito rico e os professores fizeram boas reflexões.

Texto da Olimpíada de Língua Portuguesa-2010- Categoria- Artigo de OPinião

ESCOLA: Djalma da Cunha Batista
Aluna: Priscila de Araújo Portela
Categoria: Artigo de Opinião

TARAUACÁ, O PROGRESSO OU O PASSADO?

Situado à beira da região Amazônica, o Acre comporta 22 municípios, dentre eles, Tarauacá, considerada a quarta principal cidade do Estado.
Tarauacá, lugar onde vivo, é uma cidade pacata do interior, com cerca de 35 mil habitantes e faz fronteira com Cruzeiro do Sul, Feijó, Porto Walter, Marechal Thaumaturgo, Jordão e o Estado do Amazonas.
Há quem diga que nossa cidade vive no passado por fazer parte de uma região fechada entre os verdes de uma imensa floresta, onde sua população não desfruta de saneamento básico, o índice de analfabetismo é bem considerável e tem muitas pessoas de baixa renda.
Realmente, este fato ainda se faz presente em nossa realidade, mas, assim como eu, a grande maioria da população não adota e nem aceita esta afirmação como única e verdadeira.
A cada dia, é possível percebermos que a nossa cidade está crescendo cada vez mais: com grandes concentrações de prédios comerciais, estabelecimentos públicos como unidades de saúde escolas, casas bem estruturadas, tecnologia adequada aos usuários e grandes disponibilidades de empregos.
Tarauacá vem buscando cada vez mais uma sociedade mais organizada e confortada, foi nessa estratégia que neste ano de 2010, entrou em vigor um projeto de construção de uma ponte que ligará a cidade a seu segundo distrito, o Corcovado. Esta ponte será algo bastante significativo para a população, pois beneficiará além do comercio o transporte rodoviário de outras regiões.
Portanto, assim como todo o acre, Tarauacá está evoluindo aos poucos, não somos a ponta do Brasil como muitos pensam, também não somos o topo como a grande São Paulo, mas sim um lugar que aos poucos está adquirindo seu potencial. Com muita luta e força de vontade, estamos progredindo, na esperança sempre, de um dia também sermos vistos como uma cidade grande.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Textos da Categoria-Memórias- OLP 2010

ESCOLA: Instituto São José
Aluna: Antônia Bruna Derze do Nascimento
Categoria: Memória

LEMBRANÇAS QUE O TEMPO NÃO APAGOU

Era uma tarde fria do mês de agosto, no ano de 1960, olhei da minha casa para toda a cidade, com olhar fixo no horizonte e minhas lembranças foram aflorando.
Assim como eu, a cidade era bem rústica. Não tinha asfalto nem calçada. Era bem pequena, com apenas duas ruas em barro e no meio uma trilha por onde as pessoas caminhavam. As árvores eram altas, verdes e balançavam ao sabor do vento. Ainda sinto o cheiro molhado do capim e as risadas das crianças brincando de cabra-cega.
O povo era feliz, mesmo sem as tecnologias de agora. Não tinha eletrodomésticos e nem fogão a gás. Utilizava-se fogão à lenha, mesmo com toda aquela fumaça, a comida era saborosa e apetitosa. A roupa era engomada com ferro de brasa e goma. Era muito pesado e muitas vezes esquentava tanto que chegava a queimar algumas peças de roupas.
Nesta época, tínhamos energia elétrica, mas não o tempo todo. Funcionava das 18 às 20 horas. Neste horário, a luz começava a piscar para avisar aos menores e senhoras casadas, que a luz iria apagar e que era hora de se recolher. Se algum menor fosse encontrado perambulando pela rua às 22 horas, ia preso. E a Mulher casada era “fichada” como solteira. Lembro-me que as mulheres solteiras não podiam freqüentar festas e lugares públicos durante o dia. Só era permitido à saída delas após as “mulheres sérias” se recolherem. O local onde elas residiam se chamava Ponte da Anhinga, que era um local cheio de mato e valas. Andava-se por cima de trapiches.
Para a diversão, havia apenas o Teatro Municipal José Potiguara, local onde aconteciam festas para a sociedade. Freqüentavam apenas mulheres casadas com seus maridos e moças. As que residiam na Ponte da anhinga eram proibidas de freqüentar. Mulheres solteiras como eram chamadas, sofriam preconceito de toda a sociedade.
Para nossa locomoção, os meios de transportes utilizados eram as carroças - movidas a animais, navios, canoas e chatas – tipo de barco que transportava borracha.
Relembro que nossa cidade não tinha fazendeiros e a carne era bem escassa. Por isso, saíamos 1 hora da manhã e íamos para o Mercado Municipal esperar a hora de abrir para poder conseguir um quilo de carne. A fila era imensa e muitos voltavam tristes, pois não conseguiam comprar. Hoje, é bem diferente. Existem aproximadamente 45 açougues e se compra a carne que se deseja. Tudo está mudado e diferente. Eu cresci e a cidade também. Está bonita, próspera, com hotéis, ruas asfaltadas, escolas adequadas e em desenvolvimento.
Estou com 62 anos e sempre reviverei em minhas palavras e pensamentos a cidade que tanto amo. Tarauacá, Cidade conhecida como Rio dos Paus e das Tronqueiras, cidade da mulher bonita, do abacaxi grande e do povo hospitaleiro.
Essa terra bonita e feliz, cheia de encantos serão sempre as lembranças que o tempo não apagou e nunca apagará.
Texto escrito com base na entrevista realizada com a senhora Carmelita Gomes da Rocha Derze- 62 anos, moradora da cidade de Tarauacá-Acre.

ESCOLA: José Augusto de Araújo
Aluna: Miliane da Silva Cândido
Categoria: Memória

RETRATO DE UMA CIDADEZINHA QUE NÃO É “QUALQUER”

Um lugar, na Região Norte do Estado do Acre, antes Vila Seabra, mais tarde Tarauacá, palavra de origem indígena, que significa Rio dos Paus e das Tronqueiras. Nasci e fui criada na pequena e sossegada cidade de Tarauacá. Lembro-me do primeiro prefeito o Senhor Antônio Virgulino de Alencar, nessa época tudo era calmo, não se ouvia falar em violência, nem mesmo em poluição, os comércios eram simples, mas bem aconchegantes.
Vivi em uma época onde havia poucas casas e muitas árvores, as casas eram simples, construídas de madeira, cobertas de palha ou alumínio e às vezes assoalhadas de paxiúba. As ruas de barro eram a atração da cidade, algumas apenas a trilha.
Na época não tinha carro, eram carroças movidas a bois e cavalos, existia apenas um caminhão, um fusca e algumas bicicletas, os transportes fluviais eram canoas, barcos e outras pequenas embarcações. As escolas eram poucas e longes, o ensino era tradicional, os professores eram muito rigorosos, qualquer erro era castigo na certa, o mais comum, a palmatória, que era o terror. Recordo-me como se fosse hoje, tremia de medo. Lembro-me ainda que poucas crianças tinham o direito de estudar porque as famílias não tinham condições de mantê-las na escola.
Naquele tempo a comida era do meio natural, como tatu, paca, encontrado nos arredores da cidade, estes eram mortos por bestas, armadilhas, arma de fogo; pois para conseguir comprar um quilo de carne de boi, precisava sair de casa de madrugada, e muitas vezes, ainda não conseguia. A vida não era fácil, a comida era feita no fogão a lenha. Naquele tempo a iluminação ficava por conta da lamparina que deixava as paredes da casa preta, entirnadas. Com o tempo surgiu o lampião, mais moderno e muito mais econômico.
Lembro-me das roupas que eram usadas, principalmente das peças íntimas, uma delas uso até hoje a n’agua, as demais eram feitas nas costureiras, eram engomadas com um ferro muito pesado, tinha que colocar brasa acesa para esquentar.
Recordo-me que havia uma praça onde encontrava a garotada, lá brincavam a vontade, os meninos soltavam pepeta, as meninas pulavam elástico, esconde-esconde, dentre outras. Hoje, a cidade cresceu, a vida já não é mais sossegada, a poluição sonora tomou de conta, não se brinca mais como antigamente, apesar de sermos ainda uma comunidade pequena, no entanto estou certa que a tranqüilidade foi embora, as lembranças ficaram para sempre, um dia eu termino de contar, pois ainda vivo neste lugar.
Memória baseada nas lembranças da Senhora Albertina Emilia da Silva de 83 anos.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Texto da Olimpíada de Língua Portuguesa-2010

ESCOLA: Tupanir Gaudêncio da Costa
Aluna: Luciana Armes do Nascimento
Categoria: Poema

A beleza da terra e da vida
É manhã
O sol vem sorrindo,
E todos trabalham
Por um lugar ainda mais lindo.

Alguns nas escolas,
Outros nas ruas,
Alguns no trabalho
E a missão? Cada um tem a sua.

Cidade tranqüila
Pequena e pacata
É assim que vivemos
A alegria nos basta.

São duas estações
Que se apresentam em um ano
Inverno e verão
Para cada uma, diferentes planos.

Quando choram as nuvens
E o chão lhe empresta os ombros
É a época de plantio
Pois o solo está fértil.

Depois vem a colheita
Momento de grande alegria
Não nos faltam pão nem água
É só agradecer a Deus todo dia.

Não há o que reclamar
Do lugar onde vivemos.
Se as nuvens já não choram,
Do sol não nos entristecemos.

Chegou a época de descanso
Do solo e dos rios
Agora é a vez das estradas
Que chegam depois do frio.

Não estamos isolados
Temos barcos, caminhão e avião
Cada um em seu tempo
Cumprindo sua missão.

Vivemos num paraíso
Temos trabalho, escola e pão
Passamos por alguns problemas,
Apenas pra não viver na perfeição.

Nossa casa é nossa alegria.
Nossa cidade, felicidade
Somo todos muito felizes,
Não importa cor, raça ou idade.

ESCOLA: Manuel Teixeira- Pólo
Aluno: Rair de Araújo Armes
Categoria: Poema

O lugar onde vivo

Cidade de rara beleza
Cidade de encantos mil
De pessoas hospitaleiras
Lindo cantinho do Brasil

Cidade de mulheres bonitas
Cidade do abacaxi
Cidade que alegra a vida
Como é bom viver aqui!

Orgulho-me por ser teu filho
Presente lindo de Deus
Cidade de eterno brilho
Que encanta os filhos teus!

Rica por natureza
Que encanta seus visitantes
Disso tenho certeza
És mais bela que brilhante.

Com suas praias bonitas
De belezas sem igual
Parabéns minha cidade linda
Minha querida cidade natal.

ESCOLA: Rosaura Mourão da Rocha
Aluno: Antônio França da Silva
Categoria: Poema

O lugar onde vivo

No interior do Estado do Acre
Na região di Juruá
Existe uma pequena cidade
Por nome Tarauacá.

Aqui vive um povo simples
Que acredita na educação
Estuda todo dia
Com amor no coração.

Nossa história é sofrida,
Como em toda região
Temos um alto custo de vida
Mas não perdemos a animação.

Na época do verão
As praias ficam bem animadas
Tem muita curtição
E meninas bronzeadas.