sexta-feira, 27 de maio de 2011

1ª Formação Continuada para os Professores do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio


Secretaria de Estado da Educação do Acre | Instituto Abaporu
CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE EF-II E EM
“Para favorecer a aprendizagem em todas as disciplinas”
COMPOSIÇÃO DA CARGA HORÁRIA
48 horas em Maio|Julho|Setembro 2011
48 h = 12h|12h|12h mais 12h à distância
EMENTA
“Para favorecer a aprendizagem em todas as disciplinas” é um curso de 48 horas destinado a todos os professores da rede pública do estado do Acre, que trabalham nas séries finais do Ensino Fundamental e em todos os anos do Ensino Médio. Neste trabalho, o enfoque não será o ensino específico de cada disciplina, e sim assuntos relacionados ao ensino de todas as disciplinas. Por essa razão, a composição dos grupos é mista: estarão reunidos professores de EF e EM, sempre que possível por área (mas não necessariamente) e, em todos, as atividades serão semelhantes, variando-se apenas os exemplos e eventualmente os textos analisados no grupo, a depender da composição que tenha. Os principais conteúdos do curso, distribuídos em três encontros anuais de 12 horas, são os seguintes:
           leitura/compreensão de textos nas diferentes disciplinas
           procedimentos de estudo dos textos informativo-expositivos
           propostas metodológicas problematizadoras
           o momento de sistematização dos conteúdos
           ampliação da ideia de conteúdo do ensino
           relação entre objetivos, conteúdos e atividades de ensinar e avaliar
           avaliação como subsídio do planejamento
           projetos que podem engajar os alunos
           gestão da sala de aula, dentre outros.
A carga horária será composta de 36 horas presenciais e 12 horas à distância, para realizar atividades orientadas e apresentar ao formador antes do encontro seguinte.
PRINCIPAIS OBJETIVOS DESTE CURSO DE FOMAÇÃO
Abordar alguns temas importantes que já foram incorporados no discurso pedagógico, mas ainda não na prática dos professores (relacionados acima, na ementa):
·          leitura/compreensão de textos nas diferentes disciplinas
·          procedimentos de estudo dos textos informativo-expositivos
·          propostas metodológicas problematizadoras
·          o momento de sistematização dos conteúdos
·          ampliação da ideia de conteúdo do ensino
·          relação entre objetivos, conteúdos e atividades de ensinar e avaliar
·          avaliação como subsídio do planejamento
·          projetos que podem engajar os alunos
·          gestão da sala de aula, dentre outros.
Tematizar as duas mudanças indicadas, assim como os conteúdos acima relacionados, exatamente conforme pressupõe a tendência atual, com a qual concordamos (e que orienta toda a produção de subsídios na SEE e no Instituto Abaporu), ou seja: com enfoque em propostas metodológicas de formação (no próprio curso) que priorizem o uso de situações-problema e a aplicação dos conceitos trabalhados nos três encontros anuais.
·          Enfatizar a necessidade de estudar as Orientações Curriculares da própria disciplina, onde se encontram propostas semelhantes às tratadas no curso, porém específicas da disciplina.
Módulo 1 (encontro de 12 horas em maio)
Leitura, compreensão e estudo de textos nas diferentes disciplinas
1º período
Atividades iniciais (+ 30’)
·       Apresentação pessoal, procurando, sempre que possível, pontos de identificação com a condição dos professores do grupo, com o cuidado de não produzir um efeito de distanciamento, de assimetria entre formador e professores
·       Apresentação da proposta geral do curso todo e da pauta específica do encontro de maio
IMPORTANTE
®      Destacar o fato de que haverá atividades a serem realizadas no intervalo dos encontros (a distância) e explicitar em linhas gerais quais serão elas – serão basicamente leituras orientadas e realização de tarefas relacionadas às leituras
®      Explicar a razão de iniciar o curso discutindo a leitura de textos das diferentes disciplinas e os procedimentos de estudo:
           o que define a formação de professores realizada na Secretaria de Estado de Educação do Acre é o nível de aprendizagem dos alunos => as observações dos professores e o desempenho dos alunos nas avaliações externas têm mostrado que é preciso enriquecer o trabalho no que diz respeito à capacidade de ler melhor, estudar, compreender melhor o que lê e estuda, relacionar conceitos, generalizar, dentre outros do tipo
           por essa razão, neste curso a opção foi por desenvolver uma pauta comum relacionada ao trabalho em todas as disciplinas, razão de os professores estarem agrupados (EFII e EM) e a composição de grupos por área não ser uma necessidade a metodologia do curso neste primeiro Módulo prevê realizar as atividades de estudo de textos no próprio grupo, tendo como subsídio um material produzido para o Ensino Fundamental, para favorecer o aprofundamento da discussão sobre os procedimentos de estudo, bem como o intercâmbio entre professores que já desenvolvem práticas nesse sentido.
®      Enfatizar a importância de todos perguntarem o que considerarem oportuno em relação aos conteúdos da pauta, mas também de não polarizarem as discussão em virtude de o tempo ser muito curto – razão de não ser viável fazer uma apresentação pessoal de cada participante (o que será feito conforme indicado abaixo).
Proposta 1 - Discussão preliminar sobre procedimentos de estudo (+ 2h)
ENCAMINHAMENTO SUGERIDO
-           Apresentar um PPt sobre os níveis de leitura e a especificidade da leitura para aprender (isto é, do estudo) [estou fazendo a estrutura básica para depois cada formador complementar, se for o caso]
-           Fazer um levantamento do tipo de trabalho que os professores já realizam para ensinar os alunos a estudar: em pequenos grupos os professores listarão quais propostas já desenvolvem para que eles aprendam a estudar os textos das respectivas disciplinas, o que será socializado em seguida com todos
Observação: Aqui a ideia é que, em grupos de 5 ou 6 integrantes, os professores discutam o que já fazem para ensinar os alunos a estudar e que um relator depois apresente o grupo (nome, disciplina com que trabalha e município) e depois o conjunto de propostas listadas, em um único bloco geral. Essa atividade funcionará como apresentação dos integrantes da turma.
-        Apresentar um PPt com a relação de expectativas de aprendizagem que tratam dos procedimentos de estudo (contidas no Anexo 1 e transcritas a seguir) e explicar o que são textos expositivos
Textos expositivos são aqueles que pretendem fazer compreender um assunto, apresentar um tema novo, expor um conceito, onde o autor apresenta informações sobre um assunto supostamente desconhecido ou pouco familiar aos leitores, com as explicações necessárias para favorecer o entendimento do que é tratado. Os textos que nos habituamos a chamar de textos teóricos e a maioria dos que estão nos livros didáticos são textos expositivos. Esta nota explicativa é um texto expositivo. Outros exemplos de gêneros textuais expositivos: verbete de enciclopédia, resumos de textos explicativos, resenhas ou relatos de experiência científica etc.
LEITURA PARA APRENDER A ESTUDAR
Ler textos expositivos das diferentes áreas de conhecimento para aprender os temas tratados e os procedimentos de estudo necessários a todo estudante:
Utilizar procedimentos eficazes de leitura, como, por exemplo, desconsiderar temporariamente o que não foi entendido ou aparentemente não interessa, para avançar na leitura e ver se, adiante, é possível compreender melhor, com ajuda do professor, se necessário.
Reler um fragmento do texto para verificar se compreendeu adequadamente.
Discutir com outros leitores as interpretações geradas por uma leitura.
Estudar, textos expositivos, tanto para aprender sobre eles, quanto para aprender procedimentos de estudo, com ajuda, se necessário.
Sublinhar fragmentos do texto para facilitar a localização de informações, com a ajuda do professor, se necessário.
Fazer grifos ou anotações para selecionar o que é principal e o que é secundário em um texto, estabelecendo respectivas relações.
Elaborar e anotar perguntas sobre o conteúdo do texto, com ajuda do professor, se necessário.
Fazer anotações sobre cada parágrafo do texto lido, por exemplo: escrever palavras-chave, elaborar títulos e registrar comentários, com a ajuda do professor, se necessário.
Resumir o texto, a partir de informações mais relevantes, com ajuda do professor, se necessário.
Elaborar esquema, a partir do que foi identificado como principal e secundário em um texto, com ajuda do professor, se necessário.
Fazer anotações a partir de uma exposição oral, com ajuda do professor, se necessário.
Comparar informações provenientes de diferentes fontes (como, por exemplo, enciclopédias, revistas, livros, páginas da internet), sobre um mesmo tema, com ajuda do professor, se necessário.
Utilizar procedimentos eficazes para esclarecer dúvidas, como, por exemplo, reler o texto, retomar anotações e consultar outras fontes, com ajuda do professor, se necessário.
Pesquisar sobre determinado assunto, em diferentes fontes, com ajuda do professor, se necessário.
Elaborar e registrar conclusões a partir da observação de divergências entre informações de fontes diversas, com ajuda do professor, se necessário.
Comparar resumos relativos a textos estudados, quanto à forma e conteúdo, com ajuda do professor, se necessário.
Parafrasear trechos do texto lido, sem acrescentar ou retirar informações, com ajuda do professor, se necessário.
Fazer o fichamento de livros, com ajuda do professor, se necessário.
- Discutir as dúvidas e opiniões, dando as devidas explicações. 

Grupo de professores das áreas exatas - oficinas

Grupo de professores das áreas humanas - exposição da formadora

Professores de matemática: Ildo, Gleison e Rogério

Formadora Dulce, Coordenadora Luciene e Formador Heitor.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Ação desenvolvida pela Equipe da Zona Rural


Ensino  Rural
Acompanhamento  Pedagógico

            Nos dias 4, 5, 6 de maio de 2011 foram feitas as primeiras visitas pedagógicas nas escolas de difícil acesso, para aplicação das diagnoses, orientação aos professores, entrega de materiais didáticos e paradidáticos, da Escola Ativa e Asas da Florestania.
            Em parceria com a SEME, terca- feira dia 10 de maio, foi realizada uma visita ao Seringal Tocantins comunidade Acuráua, para fazer remanejo e professores para as comunidades maiores. 

Supervisora da Escola Ativa - Profª Raquel Melo com um grupo de alunos.

Supervisor do Programa Asas da Florestania - Claúdio Júlio e Carlos Augusto.

Coordenadores: Cleiber Emídio (Coordenador de Ensino da Rede Municipal - SEME); Sílvia (Coordenadora da Zona Rural); Eliene (Coordenadora da Escola Ativa).

Avaliação Inicial do Projeto Família e Escola - Por uma educação de qualidade

A primeira avaliação feita pela Coordenação de Ensino Básico do Núcleo de Educação de Tarauacá é positiva, levando-se em consideração que já foram desenvolvidas quatro ações em parceria com as escolas Plácido de Castro, Tupanir Gaudêncio da Costa, Escola de Ensino Médio Dr. Djalma da Cunha Batista, Sinteac e Clariane Oliveira - aluna do Ensino Médio responsável pela edição dos vídeos. A primeira ação desenvolvida foi um vídeo gravado pela equipe do Núcleo de Educação explicando qual o objetivo principal do projeto. Até o momento tivemos 331 acessos aos vídeos postados no Youtube.




Projeto Família Escola - EEM. Dr. Djalma da Cunha Batista


Parabenizamos a Escola de Ensino Médio pela iniciativa de aproximar a família da escola e por desenvolver uma das ações do plano pedagógico da Equipe de Educação do Projeto: Família e Escola - Por uma educação de qualidade.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

PLANEJAMENTO COM AS TÉCNICAS DA SEE

GOVERNO DO ESTADO DO ACRE
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA DE ENSINO FUNDAMENTAL

PAUTA PARA ACOMPANHAMENTO AOS MUNICÍPIOS

Ensino Fundamental de Nove Anos – 1º ao 5º ano
Abril e Maio de 2011

OBJETIVO GERAL:
• Assessorar os formadores dos municípios no trabalho de formação, planejamento e acompanhamento aos professores e coordenadores Pedagógicos.

AÇÕES
1 - Levantamento de dados
2 - Análise dos resultados das avaliações;
3 - Organização do planejamento escolar
4 - Análise e discussão das formações
5 - Acompanhamento às escolas

DESDOBRAMENTO DAS AÇÕES
AÇÃO 1 - Levantamento de dados
• Número de professores, de turmas e alunos do 1º ao 5º ano;
• Número de escolas e quantidade de professores por formador;
• Número de alunos retidos no 2º ano que foram para a aceleração;
• Número de alunos não alfabetizados do 3º ano;
• Número de alunos com dificuldade de aprendizagem por série;
• Emails e celulares atualizados dos formadores, secretários e representantes.

ENCAMINHAMENTOS
• Preencher o quadro com as informações solicitadas e enviar por email (15 dias);
• Intensificar o planejamento e o acompanhamento às escolas com maior índice de alunos com dificuldades de aprendizagem (semestral);
• Orientar o coordenador pedagógico na organização do apoio pedagógico para os alunos com dificuldades de aprendizagem do 1º ao 5º ano ( 15 dias para a organização);
• Discutir a respeito dos fatores que influenciaram os resultados negativos em 2010 e definir estratégias para solução das dificuldades;
• Registrar (técnico da SEE) os avanços e dificuldades dos municípios e encaminhar à Coordenação de Ensino Fundamental para possíveis soluções.

 ACÃO 2 - Análise dos resultados das avaliações
• Análise do resultado final do PROA de 2010 comparando com anos anteriores (quadro comparativo – 2008 a 2010)
• Acompanhamento às escolas com resultados abaixo do nível básico na avaliação do SEAPE e IDEB;
• Avaliação dos avanços, dificuldades no trabalho realizado em 2010 com relação a formação, acompanhamento, planejamento e avaliação;

ENCAMINHAMENTOS
• Analisar e discutir os fatores que interferiram nos resultados e definir estratégias de trabalho para 2011;
• Intensificar o planejamento e o acompanhamento às escolas com os resultados abaixo do nível básico na avaliação do SEAPE E IDEB (ao longo do ano);
• Fazer uso, desde o início do ano, do registro de aprendizagem dos alunos – 1º e 2º anos;
• Registrar (técnico da SEE) as dificuldades dos municípios e encaminhar à Coordenação de Ensino Fundamental para possíveis soluções.

AÇÃO 3 – Organização do planejamento escolar
• Organização do planejamento coletivo por série;
• Elaboração do Plano de Curso;
• Planejamento em função das capacidades de aprendizagem;
• Planejamento ajustado às necessidades dos alunos;
• Planejamento de sequências, projetos e atividades de leitura e escrita;
• Uso dos descritores das avaliações externas no planejamento de atividades de sala de aula;
• Análise comparativa durante o planejamento dos descritores das avaliações externas com as habilidades dos referenciais curriculares e o livro didático.

ENCAMINHAMENTOS
• Orientar e assessorar a elaboração da rotina de trabalho do coordenador pedagógico, para garantir momentos destinados à formação, planejamento e acompanhamento ao trabalho do professor na sala de aula;
• Analisar e discutir os Referencias Curriculares para elaboração do Plano de Curso (pauta para encontro de formação – temos sugestão de pauta);
• Orientar o uso dos Referenciais Curriculares e considerar as habilidades necessárias ao aluno ao longo do ano (encontro de formação);
• Definir Metas de aprendizagem, considerando as habilidades definidas nos conteúdos e o tempo destinado ao trabalho com essas habilidades (encontro de formação)
• Fazer uso dos resultados das avaliações, para planejar atividades ajustadas às necessidades dos alunos (ao longo do ano);
• Analisar e discutir o caderno 3 nas formações e planejamentos com os professores (ao longo do ano)
• Planejar atividades considerando os descritores para familiarizar os alunos com os tipos de questões utilizadas nas avaliações externas (ao longo do ano);
• Orientar o cruzamento durante o planejamento das habilidades dos Referenciais Curriculares com os descritores das avaliações externas e o livro didático (ao longo do ano);
• Orientar como conteúdo de pauta de formação o cruzamento das habilidades com os descritores e livro didático.

AÇÃO 4 – Análise e discussão das formações
• Organização do calendário de formação
• Análise e discussão das pautas de formação

ENCAMINHAMENTOS
• Analisar o calendário de formação do formador e do coordenador para verificação da periodicidade das formações e carga horária anual;
• Analisar e discutir as pautas das formações considerando:
1. Articulação entre conteúdos e objetivos;
2. Estratégias de formação utilizadas;
3. Detalhamento das atividades.
• Organizar a rotina de trabalho do formador com momentos destinados à formação:
1. Do coordenador – considerando a pauta organizada nas formações em Rio branco - ABAPORU.
2. Do professor - com os conteúdos que ainda se constituem em dificuldades de compreensão e conteúdos da formação em Rio Branco;
• Discutir nos combinados com os professores (na formação com o formador e com o professor):
1. Pontualidade e assiduidade;
2. Participação e envolvimento nas atividades;
3. Compromisso com a aplicação e adequação à sala de aula;
4. Registro das discussões e estudos dos textos;
5. Organização da pasta de textos da formação

AÇÃO 5 - Acompanhamento
• Análise da agenda do formador
• Assessoramento ao coordenador pedagógico
• Organização de devolutivas

ENCAMINHAMENTOS
• Reafirmar a necessidade da rotina de trabalho do formador contemplar momentos para o acompanhamento às escolas considerando que o coordenador pedagógico ainda tem dificuldades para organizar o trabalho focado nas práticas de sala de aula;
• Assessorar os coordenadores pedagógicos durante o planejamento (sempre que for solicitado ou houver necessidade);
• Discussão dos relatórios de acompanhamento às escolas – Equipe de formadores, Secretários de Educação e Coordenadores Gerais dos Núcleos de Educação;
• Orientar o assessoramento ao coordenador pedagógico pelo formador na formação dos grupos de estudos na escola ( elaboração de pautas detalhadas, registro, seleção de conteúdos e organização do material necessário) – (mensal);
• Discutir e orientar o formador a respeito da necessidade do coordenador pedagógico observar e fazer devolutiva sobre as atividades desenvolvidas com os alunos (na formação)
• Focar o acompanhamento nas atividades de leitura e escrita planejadas nos momentos destinados ao planejamento na escola (o que está sendo realizado e o que se pode fazer) – (ao longo do ano).
• Verificar se o formador tem informações a respeito dos resultados das avaliações diagnósticas registrado no mapa da classe e se os professores estão fazendo uso desses resultados para o planejamento de atividades ajustadas ao conhecimento dos alunos e agrupamentos produtivos.
• Discutir sobre o que se constitui em dificuldades no trabalho do coordenador pedagógico quanto ao planejamento, avaliação, formação e acompanhamento (registro pelo técnico da SEE).

Coordenadores de Ensino e Pedagógico, professores das turmas do É Tempo de Aprender em uma reunião com a técnica da SEE, Profª Dulce.

Formadoras da rede municipal e estadual do ensino de 9 anos - 1º ao 5º ano.

Nazaré - Técnica da SEE

Nazaré - técnica da SEE e Luciene - Coordenadora do Ensino Básico.
Nonata, Ivanilde e Dulce - É Tempo de Aprender.

Planejamento semanal com a equipe pedagógica do Núcleo de Educação

 ESTADO DO ACRE
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO DE TARAUACÁ

PLANEJAMENTO – NÚCLEO DE EDUCAÇÃO ( reunimos toda sexta-feira para discutir a pauta)
PARTICIPANTES: Coordenação de Ensino Básico e Formador (a)
DATA: 13/05/2011
LOCAL: Sala dos Programas Educacionais
HORÁRIO: 14h e 30 min.

PAUTA
Acolhimento: rodízio de informação (Maria Montessori)- grupo de estudo;
• Organizar o funcionamento do grupo de estudo;
• Explicar novamente as planilhas para controle do nosso planejamento e visitas as Unidades de Ensino;
• A formação das duplas – Ensino de 9 anos e Profling;
Avaliação do encontro sobre os descritores das avaliações externas – AUTO AVALIAR É PRECISO
• Penso que foi produtivo;
• Foco no planejamento (procedimentos usados deve ser o foco);
• Encontro sempre com oficinas;
• Pensar antes na relação teoria/prática;
• Segurança, desenvoltura, empatia ... (habilidades que precisamos desenvolver);
 • Avaliar o que fizemos é fundamental para o sucesso dos próximos passos;
Vamos seguir a mesma linha de trabalho?
Idas dos formadores (as) as Unidades de Ensino devem ser direcionados para quem? Coordenador ou professor? Ou para ambos?
Planejar oficinas para professor de apoio (orientação da SEE);
Encontro dia 25 e 26 na Escola Plácido de Castro – com todas os professores do 6º ano ao 3º ano do Ensino Médio;
Organizar o planejamento semanal (por programa)
• VER A CHEGADA DAS TÉCNICAS (SEE)

quarta-feira, 11 de maio de 2011


MATRIZ DE REFERÊNCIA – SEAPE
MATEMÁTICA
8ª SÉRIE/9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
TEMAS E SEUS DESCRITORES
Matriz de Referência de Matemática: Temas e seus Descritores – 8ª série/9º ano do Ensino Fundamental
 
As Matrizes de Referência para avaliação de Matemática têm como eixo a habilidade de resolver problemas contextualizados. Os temas selecionados – Espaço e Forma, Grandezas e Medidas, Números e Operações/Álgebra e Funções e Tratamento da Informação – reúnem descritores que expressam habilidades em Matemática a serem avaliadas a cada etapa de escolarização.
As matrizes de matemática estão estruturadas por anos e séries avaliadas. Para cada um deles são definidos os descritores que indicam uma determinada habilidade que deve ter sido desenvolvida nessa fase de ensino. Os descritores não contemplam todos os objetivos de ensino, mas apenas aqueles considerados mais relevantes e possíveis de serem mensurados em uma prova para, com isso, obter informações que forneçam uma visão real do ensino. Esses descritores são agrupados por temas que relacionam um conjunto de objetivos educacionais.


Referências Curriculares para o 8º e 9º ano do Ensino Fundamental – Matemática

PLANO DE CURSO
8º Ano
Objetivos (Capacidades)
Aprofundar noções sobre o sistema de coordenadas cartesianas e resolver situações-problema que envolvam a posição ou a movimentação de pessoas ou objetos, utilizando coordenadas cartesianas.

9º Ano
Objetivos (Capacidades)
Representar, em um sistema de coordenadas cartesianas, a variação de grandezas, analisando e caracterizando o comportamento dessa variação – em diretamente proporcional, inversamente proporcional ou não proporcional – e resolver situações-problema que apresentem a variação dessas grandezas.

TEMA I – ESPAÇO E FORMAS
Descritor 1 – Identificar a Localização/movimentação de objeto em mapas, croquis e outras representações gráficas.
Com este descritor, o que se pretende avaliar?
A habilidade de o aluno localizar-se ou movimentar-se a partir de um ponto referencial em mapas, croquis ou outras representações gráficas, utilizando um comando ou uma combinação de comandos: esquerda, direita, giro, acima, abaixo, na frente, atrás etc.

Que sugestões podem ser dadas para melhor desenvolver essa habilidade?
Devem ser incentivadas atividades práticas em sala de aula que permitam explorar as noções de localização e movimentação de objetos no plano. O próprio plano do piso da sala de aula pode servir como plano cartesiano em exercícios nos quais os alunos se movimentam de um ponto a outro. Pode-se também expor mapas e croquis na parede para que os alunos experimentem a localização de pontos e movimentação de objetos. O professor deve também estimular os alunos a construírem mapas e outras representações gráficas, localizando pontos e traçando rotas a partir de comandos de posicionamento.

Descritor 2 – Identificar propriedades comuns e diferenças entre figuras bidimensionais e tridimensionais, relacionando-as com as suas planificações

Com este descritor, o que se pretende avaliar?
O reconhecimento das propriedades comuns e as diferenças nas planificações de sólidos geométricos quanto a arestas, faces e vértices. O aluno deve ser capaz de planificar um sólido dado e de reconhecer qual é o sólido que pode ser construído a partir de uma planificação dada.

Que sugestões podem ser dadas para melhor desenvolver essa habilidade?
Trabalhar em sala com objetos tridimensionais construindo as planificações, comparando diferentes sólidos e observando suas propriedades. A utilização de material concreto é fundamental para a compreensão das propriedades relativas às arestas, faces e vértices. É importante propor aos alunos a tentativa de planificação de uma esfera, para que eles constatem sua impossibilidade.

Descritor 3 – Identificar propriedades de triângulos pela comparação de medidas de lados e ângulos
Com este descritor, o que se pretende avaliar?
A habilidade de o aluno reconhecer as propriedades de triângulos e aplicá-las utilizando-se da comparação. Pode-se, por exemplo, propor problemas contextualizados nos quais são conhecidos dois ângulos de um triângulo e é solicitada a medida do terceiro, ou problemas cuja resolução requeira o conhecimento das propriedades dos triângulos equiláteros, isósceles ou retângulos.

Que sugestões podem ser dadas para melhor desenvolver essa habilidade?
  São importantes atividades dirigidas para serem executadas em grupo nas quais os alunos construam vários tipos de triângulos, façam medidas e discutam suas propriedades. As conclusões devem ser discutidas com todos e as propriedades constatadas devem ser sistematizadas e enfatizadas pelo professor.
Descritor 4 – Identificar relação entre quadriláteros por meio de suas propriedades
Com este descritor, o que se pretende avaliar?
A habilidade de o aluno reconhecer, pelas propriedades comuns ou específicas, os quadriláteros: trapézio, paralelogramo, retângulo, losango e quadrado.

Descritor 5 – Reconhecer a conservação ou modificação de medidas dos lados, do perímetro, da área em ampliação e/ou redução de figuras poligonais usando malhas
Com este descritor, o que se pretende avaliar?
A habilidade de o aluno reconhecer, a partir da ampliação ou redução de uma figura, quais foram as alterações em seus lados, seu perímetro e sua área. Os itens elaborados para este descritor devem utilizar malhas quadriculadas.

Que sugestões podem ser dadas para melhor desenvolver essa habilidade?
Várias atividades em sala de aula com ampliação e redução de figuras poligonais em malhas quadriculadas. Em seguida, os lados devem ser medidos e feitos os cálculos de perímetro e área e estabelecidas as relações entre eles.

Descritor 6– Reconhecer ângulos como mudança de direção ou giros, identificando ângulos retos e não-retos
Com este descritor, o que se pretende avaliar?
A habilidade de o aluno reconhecer ângulos obtidos pela mudança de direção em uma trajetória retilínea ou giro de um segmento. O aluno deve também distinguir ângulos retos de ângulos não retos.

Que sugestões podem ser dadas para melhor desenvolver essa habilidade?
Atividades em que o ângulo de 360º é dividido em dois (rasos), e estes em dois, novamente divididos em dois. Os ângulos obtidos, que medem 90º, são chamados de retos. Deve-se também solicitar aos alunos, além da identificação, a construção de ângulos retos, rasos, agudos e obtusos.

Descritor 7 – Reconhecer que as imagens de uma figura construída por uma transformação homotética são semelhantes, identificando propriedades e/ou medidas que se modificam ou não se alteram
Com este descritor, o que se pretende avaliar?
A habilidade de o aluno verificar a semelhança de figuras planas, reconhecendo a manutenção ou a alteração nas medidas dos elementos das figuras (lados, ângulos, alturas, etc).

Que sugestões podem ser dadas para melhor desenvolver essa habilidade?
Devem ser claramente diferenciados os conceitos entre semelhança e congruência de polígonos, especialmente de triângulos. Diversas atividades devem ser propostas, com ampliações ou reduções de figuras. Os alunos devem medir os elementos das figuras obtidas (lados, ângulos, alturas) e compará-los com os correspondentes da figura de origem. Essa prática norteará as conclusões sobre a manutenção das medidas dos ângulos e as razões de semelhança entre as figuras.

Descritor 8 – Resolver problema utilizando propriedades dos polígonos (soma de seus ângulos internos, número de diagonais, cálculo da medida de cada ângulo interno nos polígonos regulares)
Com este descritor, o que se pretende avaliar?
A habilidade de o aluno aplicar as diversas propriedades dos polígonos convexos na resolução de problemas.

Que sugestões podem ser dadas para melhor desenvolver essa habilidade?
Atividades, principalmente estudos dirigidos, nas quais os alunos devem medir e somar os ângulos internos, externos e centrais de polígonos, contar o número de diagonais e outras propriedades relevantes nos polígonos convexos.

Descritor 9 – Interpretar informações apresentadas por meio de coordenadas cartesianas
Com este descritor, o que se pretende avaliar?
A habilidade de o aluno localizar pontos em sistema cartesiano ou, a partir de pontos no sistema, identificar suas coordenadas.

Que sugestões podem ser dadas para melhor desenvolver essa habilidade?
Enfatizar a ordem e o significado dos valores negativos e positivos das coordenadas cartesianas de um ponto. Sugere-se a montagem de um grande plano cartesiano no quadro ou na parede, no qual os alunos localizariam ou marcariam pontos.

Descritor 10 – Utilizar relações métricas do triângulo retângulo para resolver problemas significativos
Com este descritor, o que se pretende avaliar?
A habilidade de o aluno resolver problemas utilizando as relações métricas nos triângulos retângulos, em especial, o Teorema de Pitágoras.

Que sugestões podem ser dadas para melhor desenvolver essa habilidade?
Esse descritor aborda um dos assuntos de maior aplicação no cotidiano dos alunos. Existe uma infinidade de problemas que devem ser trazidos para resolução em sala de aula. O professor pode estimular seus alunos a resolver questões bem práticas como: calcular a distância de um ponto no solo até o topo de um poste de iluminação; calcular a medida da diagonal do piso da sala de aula; calcular o tamanho mínimo de uma escada usada para atingir o telhado de um prédio.

Que sugestões podem ser dadas para melhor desenvolver essa habilidade?
Atividades nas quais os alunos trabalhem com os conceitos de raio, diâmetro, corda, setor circular, ângulo central e ângulo inscrito e suas relações. O professor deve incentivar seus alunos a fazerem medições para chegar a algumas propriedades da circunferência.