sexta-feira, 29 de julho de 2011

FOTOS DOS ESPAÇOS PEDAGÓGICOS DAS UNIDADES DE ENSINO

FORMAÇÃO CONTINUADA

No período de 25/07 a 29/07/2011 realizou-se na Escola Instituto São José uma Formação Continuada para o Grupo de Gestores, Coordenadores e Técnicos das Unidades de Ensino.
Segue o cronograma abaixo:
  • 25-07-2011 - professores do 1º e 2º anos que trabalham no período da tarde.
  • 26-07-2011 - professores do 1º e 2º anos que trabalham no período da manhã.
  • 27-07-2011 - professores do 3º ano que trabalham no período da manhã e professores do 4°  e 5º anos que trabalham no período da tarde.
  • 28-07-2011 - professores do 4º  e 5º anos que trabalham no período da manhã e grupo de gestores, coordenadores e técnicos.
  • 29-07-2011 - Grupo de gestores, Coordenadores e Técnicos.
  • Ministrou a referida formação, a Formadora da Abaporu - Tamara Abrão Lopretti.
         

    quinta-feira, 21 de julho de 2011

    PROVA BRASIL- simulado 2011 e Saeb

    No site do mec,  estão disponibilizados modelo de simulado da Prova Brasil para a 4ª série e 8ª série, como também os gabaritos com respostas. O endereço eletrônico é este. As escolas podem acessar e aproveitar os simulados já elaborados.

    Além disso, consta também as Matrizes da Prova Brasil e Saeb.
    No site do Inep você terá todas as informações sobre todas as avaliações externas no e-mail: http://provabrasil.inep.gov.br/

    O INEP realizará a Aneb e a Prova Brasil (Anresc) 2011 em parceria com Estados e Municípios. Participarão da Prova Brasil 2011 todas as escolas com pelo menos 20 estudantes no 5º Ano (4ª Série) e 9º Ano (8ª Série) do ensino fundamental regular, matriculados, em escolas públicas, localizadas em zona urbana e rural.
    As provas serão aplicadas no período de 7 a 18 de novembro de 2011, em todos os Estados e no Distrito Federal.
    Para realização da Aneb será selecionada uma amostra complementar à Prova Brasil cujos estratos serão constituídos por:
    • escolas que tenham de 10 a 19 estudantes matriculados no 5º ano (4ª série) ou 9º ano (8ª série) do ensino fundamental regular público;
    •escolas que tenham 10 ou mais estudantes matriculados no 5º ano (4ª série) ou 9º ano (8ª série) do ensino fundamental regular privado;
    •e escolas que tenham 10 ou mais estudantes matriculados na 3ª série do ensino médio regular público ou privado.
    Atenção: o público alvo que participará desta aplicação será considerado com base nos dados do Censo Escolar, informados até o dia 14 de agosto de 2011.
    Pedimos aos gestores educacionais que priorizem o preenchimento dos dados no Censo Escolar referentes às etapas que serão avaliadas.
    O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC) tornou disponível sua nova página de Web da Prova Brasil e do Saeb. A página pode ser acessada no endereço http://provabrasil.inep.gov.br e traz todas as informações sobre essas avaliações. O conteúdo está classificado e organizado por públicos: Professor, Gestor e Pais.

    A Prova Brasil e Saeb - Alunos de 4ª e 8ª séries da rede pública urbana ou de 5ª e 9ª séries das instituições com ensino fundamental de nove anos vão participar da Prova Brasil entre os dias 5 e 20 de novembro. O exame, que tem como objetivo melhorar a qualidade da educação, vai avaliar os estudantes com provas de Língua Portuguesa e Matemática.
    As questões foram elaboradas com base nas habilidades de leitura e interpretação e de raciocínio diante de problemas lógicos. Além das provas, os alunos vão responder a questionários para opinar sobre os professores, o diretor e a própria escola. Os testes e o questionário poderão ser aplicados em qualquer dia entre 5 e 15 de novembro.
    Com os resultados da Prova Brasil, será possível fazer um diagnóstico da situação nacional e regional da educação no país. Os dados serão utilizados para calcular o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e melhorar a qualidade do ensino básico, uma das metas do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE).
    

    DISCUSSÃO SOBRE LIVRO DIDÁTICO SÓ REVELA IGNORÂNCIA DA GRANDE IMPRENSA

    Marcos Bagno

    Universidade de Brasília

    Para surpresa de ninguém, a coisa se repetiu. A grande imprensa brasileira mais uma vez exibiu sua ampla e larga ignorância a respeito do que se faz hoje no mundo acadêmico e no universo da educação no campo do ensino de língua.
    Jornalistas desinformados abrem um livro didático, leem metade de meia página e saem falando coisas que depõem sempre muito mais contra eles mesmos doque eles mesmos pensam (se é que pensam nisso, prepotentemente convencidos que são, quase todos, de que detêm o absoluto poder da informação).
    Polêmica? Por que polêmica, meus senhores e minhas senhoras? Já faz mais de quinze anos que os livros didáticos de língua portuguesa disponíveis no mercado e avaliados e aprovados pelo Ministério da Educação abordam o tema da variação linguística e do seu tratamento em sala de aula. Não é coisa de petista, fiquem tranquilas senhoras comentaristas políticas da televisão brasileira e seus colegas explanadores do óbvio.
    Já no governo FHC, sob a gestão do ministro Paulo Renato, os livros didáticos de português avaliados pelo MEC começavam a abordar os fenômenos da variação linguística, o caráter inevitavelmente heterogêneo de qualquer língua viva falada no mundo, a mudança irreprimível que transformou, tem transformado, transforma e transformará qualquer idioma usado por uma comunidade humana. Somente com uma abordagem assim as alunas e os alunos provenientes das chamadas “classes populares” poderão se reconhecer no material didático e não se sentir alvo de zombaria e preconceito. E, é claro, com a chegada ao magistério de docentes provenientes cada vez mais dessas mesmas “classes populares”, esses mesmos profissionais entenderão que seu modo de falar, e o de seus aprendizes, não é feio, nem errado, nem tosco, é apenas uma língua diferente daquela – devidamente fossilizada e conservada em formol – que a tradição normativa tenta preservar a ferro e fogo, principalmente nos últimos tempos, com a chegada aos novos meios de comunicação de pseudoespecialistas que, amparados em tecnologias inovadoras, tentam vender um peixe gramatiqueiro para lá de podre.
    Enquanto não se reconhecer a especificidade do português brasileiro dentro do conjunto de línguas derivadas do português quinhentista transplantados para as colônias, enquanto não se reconhecer que o português brasileiro é uma língua em si, com gramática própria, diferente da do português europeu, teremos de conviver com essas situações no mínimo patéticas.
    A principal característica dos discursos marcadamente ideologizados (sejam eles da direita ou da esquerda) é a impossibilidade de ver as coisas em perspectiva contínua, em redes complexas de elementos que se cruzam e entrecruzam, em ciclos constantes. Nesses discursos só existe o preto e o branco, o masculino e o feminino, o mocinho e o bandido, o certo e o errado e por aí vai.
    Darwin nunca disse em nenhum lugar de seus escritos que “o homem vem do macaco”. Ele disse, sim, que humanos e demais primatas deviam ter se originado de um ancestral comum. Mas essa visão mais sofisticada não interessava ao fundamentalismo religioso que precisava de um lema distorcido como “o homem vem do macaco” para empreender sua campanha obscurantista, que permanece em voga até hoje (inclusive no discurso da candidata azul disfarçada de verde à presidência da República no ano passado).
    Da mesma forma, nenhum linguista sério, brasileiro ou estrangeiro, jamais disse ou escreveu que os estudantes usuários de variedades linguísticas mais distantes das normas urbanas de prestígio deveriam permanecer ali, fechados em sua comunidade, em sua cultura e em sua língua. O que esses profissionais vêm tentando fazer as pessoas entenderem é que defender uma coisa não significa automaticamente combater a outra. Defender o respeito à variedade linguística dos estudantes não significa que não cabe à escola introduzi-los ao mundo da cultura letrada e aos discursos que ela aciona. Cabe à escola ensinar aos alunos o que eles não sabem! Parece óbvio, mas é preciso repetir isso a todo momento.
    Não é preciso ensinar nenhum brasileiro a dizer “isso é para mim tomar?”, porque essa regra gramatical (sim, caros leigos, é uma regra gramatical) já faz parte da língua materna de 99% dos nossos compatriotas. O que é preciso ensinar é a forma “isso é para eu tomar?”, porque ela não faz parte da gramática da maioria dos falantes de português brasileiro, mas por ainda servir de arame farpado entre os que falam “certo” e os que falam “errado”, é dever da escola apresentar essa outra regra aos alunos, de modo que eles – se julgarem pertinente, adequado e necessário – possam vir a usá-la TAMBÉM. O problema da ideologia purista é esse também. Seus defensores não conseguem admitir que tanto faz dizer assisti o filme quanto assiti ao filme, que a palavra óculos pode ser usada tanto no singular (o óculos, como dizem 101% dos brasileiros) quanto no plural (os óculos, como dizem dois ou três gatos pingados).
    O mais divertido (para mim, pelo menos, talvez por um pouco de masoquismo) é ver os mesmos defensores da suposta “língua certa”, no exato momento em que a defendem, empregar regras linguísticas que a tradição normativa que eles acham que defendem rejeitaria imediatamente. Pois ontem, vendo o Jornal das Dez, da GloboNews, ouvi da boca do sr. Carlos Monforte essa deliciosa pergunta: “Como é que fica então as concordâncias?”. Ora, sr. Monforte, eu lhe devolvo a pergunta: “E as concordâncias, como é que ficam então?

    Publicado originalmente em: http://marcosbagno.com.br/site/?page_id=745

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    Formação de professores para a Olimpíada de Língua Portuguesa

    O QUE VOCÊ VAI LER NAS FÉRIAS?????
    Veja algumas sugestões retiradas da Comunidade Virtual de Língua Portuguesa.


    1- Resmungos, Ferreira Gullar (Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2006).
    “Perfeição estética, arranjo harmonioso entre texto e ilustração. É essa sintonia que cada página do livro Resmungos reserva ao leitor. Crônicas instigantes do poeta Ferreira Gullar retratam o cenário político, temas sociais, ideias e evocações, entremeadas por aquarelas, xilogravuras, colagens, intervenções computadorizadas, do artista plástico Antonio Henrique Amaral.
    Ficou interessado? Espero que sim. E, para aguçar ainda mais o futuro leitor, nada melhor que a vez do poeta “(...) não espere demasiado deste cronista bissexto. Farei o possível para não ser chato nem gaiato demais. Dificilmente evitarei algumas críticas ácidas, pois muito das coisas que leio nos jornais e vejo na televisão me deixam irritado a resmungar com meus botões. Aqui terei oportunidade de fazê-lo em público. Por isso, em muitas ocasiões, o leitor não encontrará aqui crônicas propriamente e sim resmungos."


    2- Calvino, Ítalo. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Cia das Letras, 1990.


    Ítalo Calvino é bem conhecido por seus contos, romances e ensaios críticos. Com prazer, li ou assisti adaptações para o teatro de As cidades invisíveis, O Barão nas árvores, Visconde partido ao meio e Os amores difíceis. Gosto muito do célebre ensaio que abre Por que ler os clássicos. Por tudo isso, comprei há uns dois anos e desde então flerto com suas Seis propostas para o novo milênio, que são originalmente conferências feitas pelo autor na universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Infelizmente o autor faleceu e não escreveu uma delas, dedicada à “consistência”. Por isso, temos a exposição de apenas cinco dos seis valores literários propostos por ele: leveza, rapidez, exatidão, visibilidade e multiplicidade.

    3-Filandras, Adélia Prado (Record, 2001).


    “Recomendo a leitura do Livro Filandras de Adélia Prado, publicado pela Record. Trata-se de uma obra singela e preciosa. É um pequeno livro de contos que retrata com poesia singular (traço típico dos escritos de Adélia) as forças e fragilidades do ser humano, nas situações corriqueiras do dia a dia, e em especial as das mulheres. É um autêntico livro de cabeceira ao qual você sempre retorna quando quer povoar a mente de belos pensamentos, antes de dormir.
    Uma pílula para despertar o desejo de ler:

    Lembranças

    Hoje estou melancólica e suspirosa como minha mãe, choveu muito, a água invadiu este porão de lembranças, bóiam na enxurrada a caminho do rio. Deixo que naveguem, pois não as perderei. O rio é dentro de mim.”

    quarta-feira, 20 de julho de 2011

    Prêmio de Gestão 2011

    Parabéns às escolas Tupanir Gaudêncio da Costa e Rosaura Mourão por serem selecionadas para o Prêmio de Gestão 2011.
    ESCOLA TUPANIR


    ESCOLA ROSAURA MOURÃO DA ROCHA