quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Projeto de escolas de ensino integral será prioridade do governo no Acre

Expectativa é de que nove escolas de tempo integral sejam implantadas no Acre entre 2017 e 2018 (Foto: Sérgio Vale/Secom)
As escolas de ensino integral são discutidas há anos como uma das propostas de fortalecer e melhorar os caminhos educacionais no país. Por isso, elas são uma das metas do Plano Nacional da Educação (PNE), aprovado ainda na gestão da presidente Dilma Rousseff.

Em menos de 10 anos, 50% das escolas públicas e 25% dos estudantes no Brasil terão acesso a sete horas de aprendizagem por dia, e o Acre começa a trabalhar por essa realidade.

Para o governador Tião Viana, o ensino integral é uma prioridade para a melhoria dos índices educacionais do Acre, que já apresentam resultados com as políticas educacionais postas em prática nos últimos anos.

Pensando nisso, ele se reuniu na segunda-feira, 17, com membros do Instituto de Corresponsabilidade Pela Educação (Ice) e os institutos Sonho Grande e Natura, para fechar uma parceria para implantação de nove escolas de ensino público integral.

A perspectiva é trabalhar junto aos institutos, para que, de 2017 a 2018, as escolas em tempo integral sejam uma realidade no estado.

“Vamos fazer um esforço gigante para a implantação de escolas em tempo integral, com uma mudança ampla no ensino médio, resultando em ganhos para nossos alunos e, consequentemente, para toda a sociedade”, declarou Tião Viana.

A reunião contou com a presença do diretor de projetos do Instituto Sonho Grande, Sandro Castro, do presidente do Ice Brasil, Marcos Magalhães, e da coordenadora de projetos educacionais do Instituto Natura, Carolina Faria.

O secretário de Estado de Educação e Esporte, Marco Brandão, também esteve presente.

“Mais um grande passo dado pelo governo do Acre no sentido de garantir ao povo uma educação pública de qualidade, que de fato contribua para a formação de nossos jovens. Uma escola atrativa, dinâmica, sintonizada com as demandas do mundo neste século. E o principal: que tenha o projeto de vida das nossas meninas e de nossos meninos como eixo norteador dos processos pedagógicos, como elemento central do fazer da escola”, ressalta Marco Brandão.

Brandão disse ainda que não se trata apenas de uma ampliação de jornada das aulas nas escolas, mas de uma mudança no modelo de formação centralizada do jovem e em seu projeto de vida, além da mudança na relação que ele estabelece com a escola e seu futuro.

A parceria de gestão compartilhada com os institutos não gera custos para o estado, e a responsabilidade do governo é com a implantação efetiva do novo modelo de ensino. A parceria será contínua, pelos próximos três anos, até a entrega das escolas.

Fonte: Agência de Notícias do Acre

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