segunda-feira, 30 de abril de 2018

MENSAGEM AOS TRABALHADORES PELA PASSAGEM DO DIA 1º DE MAIO



1º de Maio – Dia Mundial do Trabalho

O evento na praça Haymarket, Chicago, foi marcado pela violência e pela repressão ferrenha aos movimentos de trabalhadores organizados
Entre as datas comemorativas, uma das mais importantes e que mais possuem repercussão internacional é o Dia do Trabalho, ou Dia Mundial do Trabalho, que é celebrado em diversos países em 1º de maio. Mas por que exatamente o dia 1º de maio é reservado para tal celebração? Os motivos remontam ao ano de 1886 e à cidade de Chicago, nos Estados Unidos da América. Mas antes de abordarmos esses eventos de 1886 nos Estados Unidos, é importante traçar, em linhas gerais, um panorama da situação dos trabalhadores entre o final do século XIX e o início do século XX.

A partir da segunda metade do século XVIII e, sobretudo, ao longo do século XIX, a indústria teve um desenvolvimento exponencial. A Revolução Industrial, que ocorreu na Inglaterra, rapidamente se espalhou pela Europa e atingiu também outros continentes, como o americano. Sabemos que, durante o processo de industrialização, as relações sociais e a geografia urbana transformaram-se radicalmente. Isso aconteceu porque a construção dos parques industriais em torno das cidades provocou uma grande concentração de pessoas, isto é, a massa de proletários que alimenta a indústria com seu trabalho.

Na medida em que as grandes fábricas iam aparecendo, a massa de operários também crescia. A realidade de muitos trabalhadores no século XIX era em grande parte precária, com extenuantes jornadas de trabalho que chegavam a somar-se em 15 ou 18 horas diárias. Não havia grandes planejamentos empresariais para dar conta da nova realidade do trabalho nas fábricas, tampouco havia legislações trabalhistas que pudessem atender todas as demandas dos trabalhadores.

Em meio a tal situação, começaram a surgir as primeiras organizações de trabalhadores, expressas nos sindicatos e outras formas de representação. Tais organizações estavam imbuídas de ideologias de esquerda, como o comunismo e o anarquismo (sobretudo o anarcossindicalismo, que teve na Itália uma ampla adesão, com lideranças como ErricoMalatesta). Essas organizações de trabalhadores valiam-se de variadas táticas para pressionar os industriais. A greve geral era a principal delas. Foi em virtude de uma onda de greves gerais nos Estados Unidos, no século XIX, que o Dia do Trabalho tornou-se icônico internacionalmente.

No dia 1º de maio de 1886, em Chicago (EUA), houve uma grande greve nas fábricas dessa cidade, que, à época, já era um grande centro urbano e industrial dos Estados Unidos. Essa greve foi duramente reprimida pelo aparato policial da cidade. Nos dias seguintes, a greve continuou, seguida por manifestações e concentrações públicas. No dia 04 de maio, muitos manifestantes estavam reunidos na praça Haymarket, em Chicago, circundados pela polícia, quando, em dado momento, uma bomba explodiu, ferindo dezenas de pessoas e levando sete ao óbito. Entre as vítimas fatais estavam tanto policiais quanto manifestantes. A polícia revidou abrindo fogo contra os manifestantes, cuja maioria partilhava das ideias anarquistas, matando dezenas de pessoas.

Alguns dos manifestantes foram acusados de participação na explosão da bomba, julgados e condenados à execução. Esse acontecimento fatídico passou a ser o símbolo das revoltas e manifestações dos anos seguintes, não apenas nos Estados Unidos, mas também em muitos outros países. Como o dia 1º de maio constituiu a data em que os eventos começaram (por meio da greve geral), esse dia passou a ser usado como marco de memória tanto das reivindicações dos trabalhadores quanto das mortes na praça Haymarket.

No Brasil, já na década de 1890, havia focos de homenagens ao 1º de maio por parte de grupos de trabalhadores. Porém, só em 1924, no governo do presidente Arthur Bernades, o dia 1º de maio foi oficializado como Dia do Trabalho. A oficialização deveu-se também às pressões que grupos organizados de trabalhadores passaram a exercer, desde a década de 1910, em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro.

Por Me. Cláudio Fernandes
Fonte: Brasil/Escola

CONHEÇAM A EQUIPE GESTORA E A ESCOLA MANOEL RODRIGUES DE FARIAS EM JORDÃO-ACRE.


A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Manoel Rodrigues de Farias, foi criada pelo então Governador Jorge Kalume e Secretária de Educação Professora Yacute Ayache, através do Decreto Lei nº 190, de setembro do ano de 1969, na ainda Vila Jordão. 


No inicio, passou a oferecer apenas ensino de 1ª a 4ª séries, funcionando num prédio construído em alvenaria contendo três salas de aula, pátio e duas varandas, sendo a única unidade educacional da comunidade e subordinada à administração pública do governo municipal de Tarauacá-Acre, até a emancipação política do município em 20 de abril de 1992, através do Decreto Lei nº 1034.


A Escola Manoel Rodrigues de Farias recebeu esse nome em homenagem a este ilustre brasileiro, que nasceu na cidade de Eirunepé- AM em 1901, tendo falecido em 1964, na cidade de Tarauacá-AC. Manoel chegou à comunidade em 1933, atraído pela riqueza que a borracha proporcionava na época, tornando-se um grande seringalista e ainda exercendo as funções públicas de sub-prefeito e juiz de paz. Com a reforma do ensino, em 1975 a escola passou  a oferecer o primeiro grau por completo e, atualmente, Ensino Fundamental e Médio. Pela amanhã, funciona de 1º ao 5º ano nos turno da manhã e tarde e Educação de Jovens e Adultos- EJA no período da noite, atendendo um toda médio de 380 alunos, com 16 professores e 4 servidores de apoio administrativo. No ano 2000, foi transferida para um novo prédio construído em alvenaria na Rua Tadeu Teixeira de Albuquerque s/n, com 06 salas de aula, 01 sala multicultural, 01 diretoria, 01 secretaria, 01 almoxarifado, 01 cantina, 01 depósito para produtos de limpeza, 01 área de serviço, 02 banheiros para professores, 01 sala para os professores, 03 banheiros femininos, 03 banheiros masculinos, 01 banheiro para funcionário de apoio, 01 bebedouro, 01 escovódromo e 01 corredor que serve de refeitório e área de lazer. 


A equipe gestora da Escola Estadual Manoel Rodrigues de Farias composta pela Professora Adelana Amorim Feitosa Farias - Diretora; Maria Marissanta Marinho de Farias -  Coordenadora de Ensino; Tacilene Jorge de Oliveira - Coordenadora Administrativa Esperidião Menezes Júnior - Secretário e Maria Miranete Lopes Rocha - coordenadora Pedagógica de EJA. 


Professora Adelana Amorim Feitosa Farias, graduada em Geografia e com especialização em Gestão e Coordenação Pedagógica, é a Diretora.


Professora Maria Marissanta Marinho de Farias, com graduação em Pedagogia, especialização em Gestão Escolar é a Coordenadora de Ensino. 


Tacilene Jorge de Oliveira, formada em nível médio é a Coordenadora Administrativa.


Esperidião Menezes Júnior, graduado em História é o Secretário Escolar.

Maria Miranete Lopes Rocha é a Coordenadora Pedagógica de EJA. 


BIOGRAFIA DO HOMENAGEADO 

Manoel Rodrigues de Farias, nasceu na cidade de Eirunepé, Estado do Amazonas, em 1901. Atraído pela riqueza que a borracha proporcionava na época, chegou à vila Jordão, município de Tarauacá neste estado, em 1933. Exerceu as funções de Sub – Prefeito da Vila e as de Juiz de Paz. Dedicando-se ainda à exploração da borracha, como seringalista. 

Era casado com Dona Amélia Gonçalves de Farias, cuja união teve (09) nove filhos, a saber: Thaumaturgo, Rufino,Carlos, Aracy, Manoel, Dionízio, Alta, Turiano e Pedro. Faleceu no ano de 1964, na cidade de Tarauacá – Acre. 

CONHEÇAM A EQUIPE GESTORA E A ESCOLA "JAIRO DE FIGUEIREDO MELO" EM JORDÃO-ACRE


Criada em 20 de junho de 2007, através do Decreto Nº 474 de 09 de abril de 2007, a escola Jairo de Figueiredo  Melo, situada na Rua Tadeu Teixeira de Albuquerque, S/N, município de Jordão, Estado do Acre, recebeu esse nome em homenagem ao ex-aluno que teve morte trágica no município. 

No vídeo abaixo a diretora fala do trabalho na escola.

  

Surgiu da necessidade de atender os jovens que concluíam a 8ª série (hoje 9º ano) e interrompiam os estudos por falto do ensino médio. Por conta dessa realidade, a maioria buscava a conclusão dos estudos em outros municípios, como fez o jovem que deu o nome à escola. O prédio próprio foi inaugurado em 20 de junho de 2007, pela Secretária de Educação Professora Maria Correia, juntamente com o Governador Binho Marques e todo corpo docente da época. 


Nesse período, a escola passou a denominar-se Escola de Ensino Fundamental e Médio através da Portaria nº 1194 do dia 26.04.2007, passando assim a ofertar Ensino Fundamental e Médio.



Em 2018, a escola oferece Ensino Fundamental e Médio, atendendo uma média de 450 estudantes, divididos em 15 turmas, funcionando em 3 turnos, com um quadro composto por 23 professores e 6 servidores.



A Equipe gestora é formada pela Diretora Professora Nágila Maria de Figueiredo Melo graduada em letras com especialização em Gestão Escolar.



Pela coordenação de Ensino, responde a Professora Sandra Vale de Almeida, graduada em letras.



Professora Terezinha Bezerra de Lima, graduada em Biologia é a Coordenadora Pedagógica.



Servidor Antônio Vagner Nascimento Souza, formado em Ensino médio é o Coordenador Administrativo.



Professora Maria José Sombra, graduada em Matemática é a Secretária da escola.


O NOME DA ESCOLA:

O nome da escola homenageia “JAIRO DE FIGUEIREDO MELO, acreano de Tarauacá, filho de Hilário de Holanda Melo e de Lucimar de Figueiredo Melo, nascido em 23 de março de 1977. Aos 6(seis) meses de nascido foi para a então Vila Jordão, onde já residiam seus pais e passaria boa parte de sua vida, juntamente com seus irmãos: O mais velho, Zózimo Garcias de Melo e os dois mais novos, Francisco Armando de Figueiredo Melo e Antônio Carlos de Figueiredo Melo. Ingressou na vida escolar com 6 (seis) anos de idade na Escola Manoel Rodrigues de Farias, ou simplesmente “Grupo” para os habitantes da Vila Jordão daquela época. Já transcorria o ano de 1983. Logo aprendeu a ler e a escrever. Gostava de desenhar e se divertia muito lendo gibis (história em quadrinhos) do Pato Donald, da Turma da Mônica, do Tio Patinhas, e etc., o que era muito incentivado por seus pais que, sempre alimentaram o hábito da leitura, nunca deixando faltar um novo exemplar. Sonhava, como todo garoto daquela época, em servir o exército, e sempre justificou seu desejo na atratividade que o uniforme militar exercia sobre seus olhos. Permaneceu residindo na Vila Jordão e ali estudando desde a 1ª até a 4ª séries do hoje ensino básico, sempre na escola Manoel Rodrigues de Farias, onde também estudaram seus dois irmãos mais novos: Armando e Antônio Carlos.

Em 1988, quando já ia cursar a 5ª série, e devido à falta de estrutura escolar compatível, foi obrigado a abandonar temporariamente o convívio de seus pais, para morar e estudar em Tarauacá/AC, onde veio a cursar até a 8ª série, sempre no Instituto São José na  companhia de seu irmão mais velho, Zózimo Garcias de Melo, o popular “Boba” e a prima Sara Maria Viana Melo.

Em Tarauacá, morou na casa de seus tios Sesóstris de Holanda Melo e Maria do Céu Freire Viana Melo, com certeza seus segundos pais, todavia, as férias de meio e fim de ano tinham destino certo: retornar ao Jordão para rever seus pais e irmãos. Sempre foi muito dedicado à sua família e gostava de fazer amigos. Como toda criança daquela época, gostava de jogar peteca, empinar papagaio, jogar futebol, andar de bicicleta, tomar banho de rio, pescar, estar em contato com a natureza, etc. Foi em Tarauacá que viveu uma empolgante parte de sua vida, ainda embalando o sonho de ser soldado do Exército, quando integrou a guarda Mirim, dedicando-se literalmente às atividades ali desenvolvidas, ocasião em que reforçou sua amizade com os já amigos Max Vitorino, Hidelque Farias, Everton Santiago e Neto Farias. Estudando no colégio Instituto São José integrou a seleção de Handball, fazendo as funções de goleiro, tendo obtido várias vitórias. Ainda em Tarauacá, apaixonou-se pela Eletrônica e pela Mecânica, desmontando e construindo os mais diferentes tipos de equipamentos que vinham a sua memória. Também desenvolveu sua habilidade de desenhar, incentivada por seus pais desde os primeiros anos de nascimento. Sempre muito religioso e temente a Deus, princípios muito bem repassados por seus pais, cultivados por seus tios e incentivado pelo Padre Humberto, amigo da família, fez catequese, foi Sacristão na Igreja São José, em Tarauacá/AC, e ainda foi Crismado, tendo como padrinho seu tio, César Melo. Adorava ouvir boa música, em especial Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho, Raul Seixas, Zé Ramalho, etc., gosto que fez com que seus pais adquirissem para ele um dos primeiros toca-fitas(gravadores) com a função “auto-reverso” visto em Tarauacá.

Em 1993, quando já ia cursar o 1º(primeiro) ano do então segundo grau, hoje ensino médio, mudou-se para Manaus, como já tinham feito todos os outros filhos dos irmãos Hilário Melo e Sesóstris Melo. Lá, estudou no colégio CIEC – Centro Integrado de Educação Cristus, onde praticou natação e musculação, e diante de seu desempenho e dedicação integrou a seleção de natação de sua escola, obtendo medalhas por vitórias. No final de 1993, retornou de férias para o já Município de Jordão, época em que seu pai, Hilário Melo, ocupava o cargo de prefeito eleito no pleito de 1993, primeiro da história do município. Tanto amava o Jordão que ali teve seus últimos dias de vida, entre idas e vindas aos seringais da família, falecendo no dia 28 de janeiro de 1994, faltando menos de dois meses para completar 17(dezessete) anos de idade. A maior parte de sua vida foi ditada pela necessidade de estudar e de conquistar um futuro melhor, o que sempre foi incentivado por seus pais, principalmente por sua mãe, Lucimar Melo, com certeza a professora mais antiga em atividade no município de Jordão. Desde sua mudança para o município de Tarauacá até sua ida para Manaus, os motivos não foram outros senão a busca pela EDUCAÇÃO'. 

Assessoria de Comunicação
Núcleo de Educação
Tarauacá - Acre

quarta-feira, 25 de abril de 2018

COORDENADOR ESTADUAL DO "QUERO LER" ACOMPANHA ANDAMENTO DO PROGRAMA EM TARAUACÁ


Em reunião realizada na tarde desta quarta feira, 25 de abril na sala da Coordenação do Núcleo Estadual de Educação, a Professora Francisca Aragão recebeu a equipe do Programa Quero Ler.



Na pauta, o desenvolvimento do programa em Tarauacá que tem como objetivo alfabetizar cerca de 5 mil pessoas no município até o final de 2018. Presentes o Professor Evaldo Viana, Coordenador Estadual  do Programa, Professor e Formador do programa, Carlos Alberto, Francisco Souza (Moço), Coordenador Local e equipe do Núcleo.


De acordo com Evaldo Viana foi reunião importante com a presença da coordenadora do núcleo, coordenadores de ensino, gestão, administrativo e do programa.  "Tratamos sobre a logística de visita às turmas rurais em andamento para entrega de merenda, acompanhamento técnico e pedagógico" explicou. Na reunião foi tratado ainda sobre a realização do Sarau que ocorrerá em todo estado entre os dias 4 e 6 de junho. 

Por fim, tratou-se da organização da última etapa do Quero Ler com 97 turmas com início previsto para 21 de maio, além das formações e outros assuntos referentes ao programa.

O Coordenador aproveitou sua vinda ao município para visitar algumas das turmas e ver de perto o trabalhos que está sendo realizado em Tarauacá.

Assessoria de Comunicação
Núcleo de Educação
Tarauacá-Acre. 

terça-feira, 24 de abril de 2018

REDE ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PARTICIPA DE HORA CÍVICA NO ANIVERSÁRIO DE TARAUACÁ


Estudantes, professores e servidores de diversas escolas da Rede Estadual de Educação, participaram na manhã desta terça feira, 24 de abril, do Ato Cívico promovido pela prefeitura em comemoração aos 105 anos de emancipação política do município.


A Professora Francisca Aragão, Coordenadora do Núcleo Estadual de Educação, representou à todos junto às autoridades presentes no evento. 


O show ficou por conta das fanfarras das escolas São José e Djalma Batista que fizeram belas apresentações para o publico presente. 


Presentes também Escolas Municipais, IFAC, Exército, Polícia Militar, Bombeiros Militares, Maçonaria, Escolinhas de Futebol e um grupo  de jovens da Igreja Adventista, os desbravadores.


















Assessoria de Comunicação
Nucleo de Educação
Tarauacá-Acre

Oficina debate objetivos e métodos do Plano Estadual de Educação Ambiental


Educadores e educadoras ambientais acreanos participam da 1ª Oficina de nivelamento sobre objetivos e métodos para o Plano Estadual de Educação Ambiental (PEEA) promovida nesta segunda e terça-feira, 23 e 24, em Rio Branco. O evento, que é um desdobramento do encontro de 2017, é uma realização do governo do Estado, por meio da Secretaria de Meio Ambiente (Sema), em parceria com a WWF.

A atividade reúne agentes ambientais das diversas esferas de poder: instituições parceiras e sociedade civil organizada, como os membros da Rede Acreana de Educação Ambiental e da Comissão Estadual de Educação Ambiental e a juventude.

Segundo a chefe da Divisão de Educação Ambiental da Sema, Fátima Silva, a temática é transversal e necessária. “A educação ambiental é o centro de tudo, porque nos possibilita a transformação da sociedade. Hoje a gente discute ações cotidianas valiosas, como o banho de cinco minutos, fechar a torneira ao escovar os dentes, mas ainda mais importante é o acesso à água. E essa é uma pauta, de inclusão, que nós estamos debatendo, pois educação ambiental são inclusão e direitos humanos”, salientou.

O primeiro encontro permitiu uma maior interação entre os agentes ambientais. Neste, os coletivos visam mapear as atividades promovidas em todo o estado, bem como identificar situações onde ações socioambientais sejam necessárias.

“Estaremos instrumentalizando educares e educadoras ambientais de todo o Acre, para que possam voltar as suas bases e realizar esse mapeamento social. Esse é o primeiro passo para possamos construir o nosso Plano Estadual de Educação Ambiental”, frisou o analista de conservação da WWF, Flávio Quental.

Agroecologia

Entre as temáticas abordadas no encontro, destaca-se a agroecologia. Professores, alunos do Instituto Federal do Acre (Ifac) e agricultores de orgânicos participam da atividade, a fim de contribuir com o debate.

Joana Dias, professora do Ifac e membro da Rede Acreana de Educadores Ambientais, observa: “A gente tem uma visão de transversalidade da educação ambiental. Precisamos entender que agricultura não se faz apenas no campo. Esse dialogo com as cidades é essencial, para que a própria cidade se perceba como demandante de um alimento saudável”, destacou.

Secom

segunda-feira, 23 de abril de 2018

NÚCLEO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO: PARABÉNS TARAUACÁ


A História de um povo se constrói com civismo, luta, trabalho e educação.


Em nome de toda a Rede Estadual de Educação, manifestamos nossas felicitações ao povo do município de Tarauacá, pela passagem de seus 105 anos de história.

Francisca Aragão Leite
Coordenadora Estadual
Núcleo de Educação
Tarauacá-Acre


COORDENADORA DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO VISITA COORDENAÇÃO DO PROGRAMA "QUERO LER"


Na tarde desta segunda feira, 23 de abril, a Professora Francisca Argão, Coordenadora do Núcleo Estadual de Educação, visitou a Coordenação do Programa Quero Ler em Tarauacá. Na oportunidade, Aragão conversou com os profissionais que cuidam do programa no município para saber como está o desenvolvimentos dos trabalhos.


A Coordenadora disse aos presentes, que o "Quero Ler" é um programa de inclusão, cidadania e importante política pública promovida pelo governo do estado. "Vim aqui para saber das dificuldades que vocês estão enfrentando, como está o andamento dos trabalhos, sabendo, é claro, que nunca foi fácil fazermos educação com seriedade", comentou.


Depois de ouvir os coordenadores, especialmente o Professor Francisco Souza (Moço), a professora pediu que as demandas fosse formalizadas através de documentos para que a mesma pudesse buscar sanar. 


Por fim, pediu muita dedicação de todos para a manutenção dos alunos nas salas de aula e máxima atenção nos atendimentos domiciliares.