quarta-feira, 19 de junho de 2019

Projeto capacita professores da Escola Jovem Boa União

A Secretaria de Educação, Cultura e Esportes (SEE), por meio da Diretoria de Planejamento, iniciou na Escola Jovem Boa União (Integral) o projeto Escola Segura, que é coordenado pelo sargento Maurelando Leão, e que nesta terça-feira, 18, realizou a capacitação de professores.

Trata-se da primeira fase do Projeto que nada mais é do que um alinhamento sobre segurança pública escolar, onde os professores aprendem a diferenciar, entre outras coisas, o que é um ato de indisciplina e o que é um ato infracional, além de conhecer os mais diversos tipos de drogas.

Em um segundo momento, o projeto será desenvolvido com os alunos por meio de rodas de conversas, onde serão abordadas questões ligadas a segurança pública e também o combate ao uso de drogas e, a partir daí, preparar diversos materiais como peças de teatro, canto, dança, poesias. No final, tudo isso será apresentado à comunidade em uma grande atividade no Teatro Plácido de Castro, o Teatrão.

O coordenador explica que além da Escola Boa União, outras escolas de Rio Branco também receberão o projeto, que foi idealizado pelo secretário de Mauro Sérgio Cruz (SEE), que ao assumir sentiu a necessidade de fazer algo frente ao abandono em que se encontravam as escolas.

O Projeto Escola Segura possui quatro eixos. O primeiro é a melhoria da sensação de segurança. O segundo é a segurança patrimonial. O terceiro eixo é o desenvolvido de ações, como as que estão acontecendo na Boa União e o quarto eixo é a criação do Centro de Tecnologia e Informação de Segurança Escolar.


Para o diretor de Planejamento da SEE, professor Márcio Mourão, que fez questão de participar da abertura das atividades na Boa União, ressaltou a necessidade de se estar trabalhando projetos dessa natureza. “São projetos voltados para a segurança de nossos alunos e eles começam nas escolas, sendo fundamental também o apoio da família”, destacou.

Dentro da Boa União, o projeto vem sendo incentivado pela coordenadora de ensino, professora Cláudia Valente, que destaca haver um sentimento de segurança desde que a escola passou a ter segurança armada. “E a polícia também está dentro da escola, o que melhora muito o nosso trabalho e os professores também sentem-se muito mais seguros”, faz questão de dizer. (SEE

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