segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

PROFESSORA FRANCISCA ARAGÃO E SUA INVEJÁVEL BIOGRAFIA - UMA VIDA INTEIRA DEDICADA À EDUCAÇÃO

Francisca Aragão Leite - 60 anos dedicados à educação
Dezembro de 2018, marca a aposentadoria da professora Francisca Aragão Leite das atividades de educadora que exerceu desde o ano de 1958, quando iniciou sua missão de educadora atuando como professora alfabetizadora. De lá pra cá, atuando na sala de aula, na direção de escola ou na gestão da educação, construiu uma trajetória reconhecidamente competente e invejável,    Foram 60 anos dedicados à educação do município de Tarauacá.


Num evento promovido pelos servidores do Núcleo Estadual de Educação para marcar a sua despedida, a professora Aragão falou aos presentes: "Um trabalho que me dediquei exclusivamente com muito esforço, determinação, compromisso e responsabilidade. Hoje colhemos os frutos do que plantamos ao longo dessa jornada. Agradeço às equipes das escolas, do núcleo de educação e aos professores de Tarauacá. Estou tranquila e serena, porque foram anos de muita luta, trabalho e construção. a sociedade vai colher os frutos desses longos anos de trabalho. Obrigado e quero dividir com vocês todo amor que tenho na minha alma e tudo isso posso resumir numa palavra que é GRATIDÃO" , destacou.

Abaixo, leia a biografia da Francisca Aragão Leite.

Francisca Aragão Leite nasceu no Seringal Novo Porto, Rio Murú, em Tarauacá, hoje município de Jordão, no dia 29 de outubro de 1942. Filha de Ataliba Ximenes e de Maria Lima Aragão, com os quais tinha uma excelente relação de amor e carinho. Ambos sabiam ler e escrever, por isso valorizava a Educação e o respeito para com o ser humano. Criada nesse clima familiar e harmonioso herdou de sua mãe a paixão pela educação, que a levou a aceitar todos os desafios a ela colocados. 

Iniciou seus estudos no Seringal Novo Porto, em uma sala de aula, construída no barracão onde morava, com uma professora paga por seu pai. Em 1952, aos 10 anos veio para Tarauacá, estudou na escola João Ribeiro e concluiu o 1º grau em 1957. 

Em 1958 ano começou a trabalhar como professora num programa da prefeitura com alfabetização de jovens e adultos, que funcionava no prédio da Maçonaria. 

Em 1964 fundou o Instituto São José, na qual foi a 1ª professora. 

Em 1968 foi para Manaus, cursar a escola normal no convento Preciosisssimo Sangue. 

Em em 1973, concluído o curso, foi para Rio Branco cursar faculdade de pedagogia pela Universidade Federal do Acre. Enquanto estudava, continuava a trabalhar como professora. Nesse período exerceu a função de diretora das escolas Delzuíte Barroso e Plácido de Castro. 

Em 1976 foi nomeada representante do governo estadual na educação em Tarauacá exercendo o cargo de Inspetora de Ensino, período em que fundou a Escola de Ensino Médio Dr. Djalma da Cunha Batista, onde também exerceu o gargo de diretora. 

“Só a educação transforma”, diz Francisca Aragão (Foto: Angela Peres/Secom)
Uma matéria publicada na Agência de Notícias do Acre no ano de 2013, conta como foi a atuação de Francisca Aragão para criar em Tarauacá uma escola de ensino médio (Leia abaixo)
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No ano de 1976, a isolada Tarauacá ainda não tinha uma escola de “segundo grau” (ensino médio). Francisca Aragão Leite, inspetora de ensino, não se conformava. E correu atrás de seu sonho.

Com a cara e a coragem, viajou para Rio Branco e pediu uma audiência com o governador do Estado, Geraldo Mesquita. Esperou, esperou e conseguiu. Ele a ouviu e disse:
– A senhora é muito ousada de vir aqui pedir o segundo grau para Tarauacá! Nem Feijó, que é a minha cidade, tem!
Ela não se intimidou:
– Governador, o que eu sei é o que a minha cidade precisa...
– Mas quem foi que custeou a sua passagem até aqui?
– Eu mesma, governador.
E não arredou. Ele, diante da insistência daquela mulher que sabia muito bem o que queria, viu-se numa saia justa e tentou uma última cartada:
– Mas aí a senhora teria que ser a diretora.
Francisca, que já trabalhava de manhã e à tarde, encarou o período noturno também:
– Aceito.
E voltou para sua Tarauacá com a sonhada vitória nas mãos. Essa é apenas uma das histórias que demonstram a fibra dessa tarauacaense com seus anos de vida dedicados à Educação em seu município. 
Formanda da segunda turma de Pedagogia da Universidade Federal do Acre (Ufac), Francisca iniciou sua carreira profissional em 1958, como professora municipal. Além de atuar 36 anos em sala de aula, passou por diversos cargos em sua área: coordenadora, inspetora, diretora e, como não poderia deixar de ser para alguém do seu gabarito, secretária municipal. Também foi presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). Os obstáculos não têm sido poucos, nem pequenos. A educadora narra o esforço de fazer chegar os programas educacionais até as escolas de mais difícil acesso no município. Relata expedições de burro e de barco. Há localidades que estão distantes oito dias, rio acima.
Não bastasse, durante anos, ao perceber que os alunos da escola que dirigia não tinham opções de lazer, promovia, nos fins de semana, atividades recreativas em sua rua. Como resultado, Francisca é testemunha dos progressos do Estado: E há conquistas mais subjetivas, mas igualmente relevantes: “A noção de cidadania está se desenvolvendo. A gente está conscientizando a família sobre a educação dos filhos. As pessoas hoje pedem escolas e reclamam da atuação de profissionais quando não estão satisfeitas”, observa. 

Assim, pelas suas palavras e atitudes, Francisca transmite credibilidade, determinação e satisfação consigo própria. Poder afirmar, com sinceridade “gosto muito da minha vida e do que faço”, como ela faz, olho no olho, é um dos maiores patrimônios que um ser humano pode desfrutar. Tarauacá – e o Acre – precisam tirar o chapéu para uma pessoa assim. Que, com simplicidade, ideais e muito trabalho ajudou a construir uma realidade melhor para o mundo em que vive.
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Até 1982, dividia suas atividades assim: Nos períodos da manhã e tarde dedicava-se à inspetoria de ensino. À noite, além de diretora, também lecionava na escola de ensino médio, como professora de didática geral e de estrutura e funcionamento. 

Vereadora de 1983 a 1988
Além de educadora Francisca Aragão exerceu o mandato de vereadora de 1983 a 1988, período que corresponde a 6ª legislatura da Câmara de vereadores de Tarauacá. 

Em 1989 assumiu a secretaria municipal de educação, conseguindo trazer para o município o primeiro curso de ensino superior na área de pedagogia contemplando 80 vagas, o qual ficou como coordenadora até 1992. 

De 1993 a 1997, exerceu os cargos de professora e coordenadora do ensino médio.


Mesmo com seu tempo dedicado exclusivamente para a educação, a Professora Aragão dedicava-se ainda à obra de Deus, como católica praticante e atuantes nas ações desenvolvidas pela paróquia São José, da qual é integrante.

De 1997 a 2012 exerceu o cargo de  Secretaria Municipal de Educação, período em que criou as condições para realização de concurso público, formação em ensino médio para professores rurais e implantação do Plano de Cargos Carreiras e Salários – PCCR dos servidores da educação municipal, após a criação do FUNDEB. Nessa época, foi eleita presidente da União de Secretarias Municipais de Educação – UNDIME, período em que conseguiu dinamizar o trabalho das Semes, com cursos de formação, congressos e fóruns. 

Em 1999 foi nomeada gerente do Núcleo da Regional de Tarauacá. 

De 2003 até hoje exerceu a função de Coordenadora Estadual de Educação em Tarauacá, função pela qual se destacou brilhantemente qualificando e elevando os níveis de educação do município a patamares invejáveis. Isso se deve ao fato de sua incansável luta pela oferecimento de ensino superior, chegando a formar somente em Tarauacá 1.250 (um mil, duzentos e cinquenta) professores, através de programas e parcerias do governo do estado com as universidades federais como UFAC, UFAM, UNB e outras. 

Modernizou a gestão no Núcleo de Educação Estadual no município com a criação de um organograma definindo coordenações para setores específicos no campo administrativo, pedagógico e rural. Contribuiu com a construção e ampliação das escolas rurais nas comunidades residentes nos Rios Murú, Rio Tarauacá e BR 364, para oferecer ensino fundamental e médio. 

Somente no ensino médio através do Programa Asas da Florestania foram formados uma média de 2000 (dois mil aluns). 

Quando assumiu o núcleo encontrou 11 escolas em condições precárias e hoje já são 29 com estruturas físicas adequadas, incluindo aí as escolas indígenas.

Na zona urbana foram revitalizadas, climatizadas e equipadas todas as 8 (oito) escolas, criando assim um ambiente favorável às ações pedagógicas necessárias à formação dos alunos. 

1.250 (mil duzentos e cinquenta) professores foram formados em nível superior durante sua gestão através dos programas como PROFORMAÇÃO, PROSABER, PROFIR, PROEMAT E PARFOR. Em março de 2019 mais 250 professores das áreas rurais estarão se formando em nível superior pelo PARFOR. 

Em 2018 duas mudanças significativas no ensino médio em Tarauacá. A implantação do Ensino de Tempo Integral na Escola Djalma Batista e Ensino Médio Regular na Escola João Ribeiro. Colaborou e firmou parcerias para a criação de Programas como Proerd e Bombeiro Mirim, implantados com participação do núcleo de educação. 

Para quem começou sua carreira de educadora trabalhando como alfabetizadora de jovens e adultos, a Professora Francisca Aragão encerra assim seu ciclo na educação como uma das grandes colaboradoras para a criação e implantação do Programa “Quero Ler”, que promove uma verdadeira revolução no processo de alfabetização do povo que não teve oportunidade de estudar.



Colaboraram 
Leandro Matthaus - Blog Tarauacá Agora e Portal Tarauacá
Raimundo Accioly - Blog do Accioly e Portal Tarauacá
Onides Bonaccorsi Queiroz - Agência de Notícias do Acre

Projetos de lei consolidam políticas públicas de Tião Viana na educação indígena

Projetos de lei consolidam gestão de Tião Viana na educação indígena e se tornam marcos históricos (Foto: Arquivo SEE)
Dois projetos de lei que regulamentam as diretrizes interculturais e específicas da educação escolar indígena no estado, e que serão enviados nos próximos dias à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), se tornam marcos históricos da conquista dos povos indígenas acreanos.

O primeiro, dispõe sobre a regulamentação das escolas e professores indígenas instituídos e mantidos pelo Poder Público Estadual, e dá outras providências. Fundamental em sua origem e avanços, representa o amplo e franco reconhecimento das culturas, das línguas, das tradições e das organizações sociais dos povos indígenas, traduzindo-se em currículos específicos, interculturais e diferenciados e, especialmente, na valorização do Magistério Público Indígena no Acre.

O outro trata de uma gestão democrática intercultural, garantindo a plena articulação das escolas indígenas ao sistema de ensino. A gestão democrática intercultural promove o direito ao exercício intencional, sistemático e participativo para a tomada de decisões acerca das unidades escolares indígenas, organizadas no interior das próprias aldeias, individualmente ou em conjunto, em uma ou várias terras indígenas ao mesmo tempo, primando pela participação dos pais ou responsáveis pelos alunos, dos próprios alunos, das lideranças indígenas, dos sábios tradicionais, dos docentes indígenas e das comunidades indígenas como um todo.

“Os dois projetos representam um marco, um legado e um avanço do sistema educacional indígena do Acre. É a consolidação de um projeto de 20 anos de valorização da cultura dos povos indígena feito pelo governo do Estado, em termos que dialogam com a Constituição e o Plano Estadual de Educação”, conta Paulo Roberto Ferreira, coordenador da Educação Indígena na Secretaria de Estado de Educação (SEE).

Ainda segundo o coordenador, os projetos são resultado de um trabalho em conjunto, com reuniões da sociedade indígena e aprovação da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e do Conselho Estadual de Educação (CEE-AC).

A apresentação e aprovação dos projetos de lei na Aleac representam o tratamento republicano e condigno às populações indígenas do Acre. Acima das marcas de uma gestão estão os direitos humanos fundamentais das populações indígenas e a educação é um destes direitos.
Setor reforçado

A população indígena do Acre é de aproximadamente 20 mil divididos em 209 aldeias, segundo a publicação “Acre em Números 2017”, sem contar os povos isolados ou de recente contato em Feijó, Jordão e Santa Rosa do Purus, que por essa especificidade não foram contabilizadas.
Tião Viana investiu na construção e reformas de escolas indígenas, na contratação de quadro docente e na implantação de programas educacionais (Foto: Sérgio Vale/Secom)
Assim, Tião Viana investiu na construção e reformas de escolas indígenas, na contratação de quadro docente e na implantação de programas educacionais. Destacam-se ainda as oficinas de formações para educadores e os processos seletivos simplificados para a educação básica nas aldeias, bem como o Programa Quero Ler.

Só em fevereiro deste ano, o governo acreano abriu Processo Seletivo Simplificado com 150 vagas para contratação de professores indígenas referente ao ano letivo de 2018. O edital contemplou 14 etnias do estado.

Hoje, o Acre possui em sua rede estadual de ensino 5.954 alunos indígenas, com 80% desse número matriculado no Ensino Fundamental e 542 professores contratados. Entre 2011 e 2018, foram construídas 73 escolas de ensino indígena com investimento de mais de 4,5 milhões. Somente no ano de 2015 foram criados nove estabelecimentos de ensino, com recursos próprios do Estado no valor de R$ 1 milhão.

Segundo Eldo Gomes, o Baku, vice-presidente da Organização dos Professores Indígenas do Acre, chegar ao fim de 2018 com esses investimentos é motivo de celebração e, principalmente, agradecimento.

“Temos um governo que está cumprindo seu compromisso com os povos da floresta, em especial os povos indígenas. Isso é um direito conquistado. Agora é agradecer e honrar o governador por construir as escolas, a contratação de professores indígenas e aprovando essas leis de gestão democrática”, destaca Baku.

Agência de Notícias do Acre

domingo, 9 de dezembro de 2018

EM ENCONTRO DE CONFRATERNIZAÇÃO SERVIDORES SE DESPEDEM DA PROFESSORA FRANCISCA ARAGÃO


Servidores do Núcleo Estadual de Educação em Tarauacá promoveram um encontro de confraternização de fim de ano, na última sexta feira, 6 de dezembro, com a presença das equipes gestoras da escolas da rede estadual. Na oportunidade foi servido um almoço, ao som de musica ao vivo e banho de piscina. O encontro aconteceu no clube do Sinteac.


O evento marcou também a despedida da Professora Francisca Aragão, que depois de 20 anos de trabalho na gestão da Educação Estadual, deixa o cargo de Coordenadora do Núcleo e vai curtir merecidas férias. Os servidores do núcleo e as equipes gestoras se despediram da educadora prestando várias homenagens e manifestações de agradecimentos.   































Assesoria Nucleo Tarauacá

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Governo publica edital de concurso para professores efetivos do Estado


O governo do Acre publicou no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira, 6, o edital de concurso público para cargos efetivos a professores, da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE). O certame é para o preenchimento de cadastro de reserva, e, portanto, ainda não há um quadro de vagas definido.

O entendimento é que as contratações deverão acontecer de acordo com a vacância, ou seja, à medida que os profissionais que já estão no quadro forem se aposentando, solicitando afastamento ou mesmo falecendo, segundo Carmem Silvia Nogueira Braga, chefe do Departamento de Pessoas, da SEE.

Outra novidade neste ano, será a prova discursiva, aplicada no mesmo dia da prova objetiva, com uma única questão de conhecimentos didático-pedagógicos. Conforme o edital, a questão dissertativa argumentativa será “sobre o estudo de caso relacionado à educação, abrangendo conhecimentos didático-pedagógicos”.

A organização do concurso está a cargo do Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo (Ibade) e da Secretaria de Estado da Gestão Administrativa (SGA). Com salário inicial de R$ 2.402,68, a carga horária de trabalho é de 30 horas semanais, incluindo uma parte de horas de aula e outra de horas de atividades, conforme a legislação em vigor.

As oportunidades do cadastro de reserva são para professores nas áreas de artes, biologia, ciências, educação física, filosofia, física, geografia, história, língua espanhola, língua inglesa, língua portuguesa, matemática e química.

Todo o processo de execução, com as informações do certame, já está disponível no site www.ibade.org.br. O edital completo pode se acessado AQUI ou em www.ibade.org.br.

Fonte: Agência de Noticia do Acre

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Base Nacional Comum Curricular do ensino médio é aprovada pelo Conselho Nacional de Educação


O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou nesta terça-feira (4) aBase Nacional Comum Curricular (BNCC) para o ensino médio. Foram 18 votos a favor e duas abstenções. Essa foi a última etapa antes da homologação do documento, que servirá como orientação para os currículos de todas as escolas públicas e privadas do país.

Ao G1, o CNE afirmou que ainda não tem previsão de quando o documento final será divulgado ao público.


A BNCC tem caráter normativo e não precisa passar por votação no Congresso nem sanção presidencial. Porém, ela ainda precisará ser homologada pelo ministro da Educação.

A base define o conteúdo mínimo que os estudantes de ensino médio de todo o Brasil deverão aprender em sala de aula, e deve ser implementada em cada estado conforme as realidades locais. A previsão é que as mudanças estejam em vigor no início do ano letivo de 2022.

O documento, porém, foi aprovado após diversos protestos de professores, que eram contrários ao texto apresentado pelo Ministério da Educação em abril deste ano. Algumas das cinco audiências públicas previstas pelo CNE entre maio e agosto nas cinco regiões brasileiras chegaram a ser canceladas após protestos, como foi o caso do evento que aconteceria em São Paulo.

Português e matemática obrigatórios nos três anos

Segundo Eduardo Deschamps, presidente da comissão da BNCC no CNE, o documento aprovado permite maior flexibilidade às escolas na distribuição dos conteúdos de maior parte das disciplinas. "São 4 áreas [de conhecimento], sendo que português e matemática ganham destaque porque estarão nos 3 anos do ensino médio. As outras, podem ser tratadas em um ano ou dois, depende da organização do currículo", afirmou ele ao G1.

Vale lembrar que, antes da BNCC, o Brasil não tinha um currículo nacional obrigatório, e as únicas disciplinas listadas por lei como obrigatórias nos três anos do ensino médio eram português, matemática, artes, educação física, filosofia e sociologia.

Em setembro de 2016, com a MP que reformou o ensino médio, o governo de Michel Temer alterou o texto da LDB para retirar artes, educação física, filosofia e sociologia da lista de disciplinas explicitamente obrigatórias nos três anos. Porém, depois de críticas à mudança, elas foram reincluídas na lista no ato da sanção da lei, em fevereiro de 2017.

O que muda no ensino médio?

Matemática e português terão carga horária obrigatória nos três anos do ensino médio;
Demais conhecimentos poderão ser distribuídos ao longo destes três anos (seja concentrado em um ano, ou em dois, ou mesmo em três)
Os currículos estaduais devem ser adaptados e implementados até o início das aulas de 2022.

"O trabalho com o estudante do ensino médio não será mais aplicado em disciplinas, mas sim na resolução de problemas", disse o conselheiro.

"Em vez de estudar especificamente uma disciplina de física ou química, eu posso tratar de um problema de matemática e meio ambiente, aplicar os conhecimentos conjugados. A organização [curricular] deixa de ser estanque e passa a ser mais focada no cotidiano", afirmou Deschamps.

Em construção desde 2015

A aprovação da BNCC nesta terça encerra um processo de construção que durou três anos e meio. A duração do processo no caso do ensino médio foi mais lenta por causa do anúncio da reforma do ensino médio em 2016, o que acabou "fatiando" a BNCC em duas. A versão específica para os ensinos infantil e fundamental foi aprovada em dezembro de 2017.

Antes de aprovar a BNCC do ensino médio, o CNE precisou redefinir asdiretrizes curriculares, processo que foi concluído em novembro deste ano.

Reforma do ensino médio

A reforma estabeleceu um currículo baseado em cinco itinerários formativos:

linguagens e suas tecnologias
matemática e suas tecnologias
ciências da natureza e suas tecnologias
ciências humanas e sociais aplicadas
formação técnica e profissional

Com a reforma, ficou estabelecido que as escolas poderiam escolher como iriam ocupar 40% da carga horária do ensino médio. Os demais 60% seriam estabelecidos pela BNCC.

A reforma também previa mais escolas em tempo integral. A meta 6 do Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê que, até 2024, 50% das escolas e 25% das matrículas na educação básica (incluindo os ensinos infantil, fundamental e médio) estejam no ensino de tempo integral.

fonte: G1

PUBLICADO EDITAL DE MATRÍCULAS DA ESCOLA ESTADUAL ROSAURA MOURÃO


EDITAL DE MATRICULA 2019

A Gestora da Escola de Ensino Fundamental ROSAURA MOURÃO DA ROCHA, usando das atribuições que lhes são conferidas por lei e em conformidade com o Regimento Escolar, torna público, para conhecimento dos interessados que está aberta à fase de matrícula para 2019. 

1. Das vagas 

1.1. O processo de matrícula e rematrícula destinam-se ao preenchimento das vagas oferecidas neste estabelecimento de Ensino, segundo tabela abaixo:

TURMAS
TOTAL DE VAGAS
NUMERO DE TURMAS
TURNO
6º Ano
140
04
Manhã/Tarde
7º Ano
25
05
Manhã/Tarde
8º Ano
07
03
Manhã/Tarde
9º Ano
14
03
Manhã/Tarde
Poronga-Etapa I
35
01
       Tarde
Poronga-Etapa II
15
01
       Tarde


1.2 A Escola se reserva o direito de não abrir turmas com menos de 25 alunos, podendo remanejá-los de turno para outra sala quando houver necessidades.

1.3 A quantidade de alunos por turma segue a orientação constante na Lei 3.141/2016 e do Conselho Estadual de Educação do Estado do Acre.

2. Do procedimento de Rematrícula: 

2.1 Os alunos já matriculados na escola têm prioridade à vaga. 

2.2 Rematrículas a partir de 18/12/2018 na secretaria da escola.

3. Do procedimento de Matrícula para alunos novos: 

3.1 A matrícula para alunos novos acontece a partir do dia 27/12/2018, mediante a existência de vagas. 

a) aluno com idade entre 10 a 13 anos do 6º ano 9º ano – estudando pela manhã e tarde. 

b) alunos com 14 anos acima - serão matriculados no Projeto Poronga. 

Documentações Necessárias: 

a) Registro de nascimento (Xerox);
b) Transferência escolar; 
c) Comprovante de endereço (cópia de talão); 
d) Trazer 01 fotografia (3x4); 
e) Numero atualizado do contato – telefônico; 
f) Cópia da RG e CPF do responsável do aluno;
g) Cópia do cartão do SUS.

4. Disposições finais 

4.1 Os pais ou responsáveis deverão informar, no ato da matrícula e atualizar sempre que necessário, as informações essenciais do aluno, como problemas de saúde, medicações, restrições e telefones de contato/ emergência. 

4.2 Os casos omissos e situações não previstas neste edital serão resolvidos pela Direção da escola. 

4.3 Este edital entra em vigor na data de sua assinatura. 

Tarauacá-Acre, 04 de dezembro de 2018. 


CÍNTIA VERAS BAIMA
Gestora


ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL ROSAURA MOURAO DA ROCHA
Endereço: Rua João de Paiva nº 800 Bairro: Senador Pompeu 
CEP: 69970-000
Tarauacá – Acre Fone: (68) 3462-1895 
e-mail: rosauramourao@gmail.com 
Decreto de Criação nº 8.721 de 01/10/2003

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

TARAUACÁ: ESCOLA PLÁCIDO DE CASTRO PUBLICA EDITAL DE MATRÍCULAS PARA 2019.


MATRÍCULA PARA 2019

O Gestor da Escola de Ensino Fundamental Plácido de Castro, usando das atribuições que lhes são conferidas por lei e em conformidade com o regimento escolar, torna público, para conhecimento dos interessados que está aberta à fase de matrícula para 2019.

Das vagas

1.1. O processo de matrícula e rematrícula destina-se, ao preenchimento das vagas oferecidas neste estabelecimento de Ensino, segundo tabela abaixo:

TURMAS
TOTAL DE VAGAS
NUMERO DE TURMAS
TURNO
6º ano
160
5
Manhã e Tarde
7º ano
-
5
Manhã e Tarde
8º ano
20
6
Manhã e Tarde
9º ano
17
6
Manhã e Tarde
EJA – mód. I
25
1
Noite
EJA – mód. II
25
1
Noite
EJA – mód. III
20
1
Noite
EJA – mód. IV
10
1
Noite
EJA – mód. V
05
1
Noite

1.2 A Escola se reserva no direito de não abrir turmas com menos de 25 alunos, podendo remanejá-los de turno para outra sala quando houver necessidades. 1.3 A quantidade de alunos por turma segue a orientação constante na Lei 3.141/2016 e do Conselho Estadual de Educação do Estado do Acre.

2. Do procedimento de Rematrícula: 

2.1 Os alunos já matriculados na escola têm prioridade à vaga; por isso, é destinado um período exclusivo à sua rematrícula: 26 a 28 de dezembro 2018.

3. Do procedimento de Matrícula para alunos novos:

3.1 A matrícula para alunos novos acontece a partir do dia 07 de janeiro de 2019, mediante a existência de vagas. 

a) aluno com idade entre 10 a 13 anos do 6º ano 9º ano – estudando pela manhã e tarde.

b) alunos com 15 anos em diante poderão ser matriculados na modalidade de Educação de Jovens e Adultos.

3.2 Documentações Necessárias: 

a) Registro de nascimento; (Xerox)
b) Transferência Escolar;
d) Comprovante de endereço (cópia de talão);
e) Trazer 02 fotografias (3x4);
f) Numero atualizado do contato – telefônico;
g) Cópia do cartão do sus.
4. Disposições finais 
4.1 Os pais ou responsáveis deverão informar, no ato da matrícula e atualizar sempre que necessário, as informações essenciais do aluno, como problemas de saúde, medicações, restrições e telefones de contato/ emergência.
4.2 Os casos omissos e situações não previstas neste edital serão resolvidos pela Direção da escola. 
4.3 Este edital entra em vigor na data de sua assinatura.


Tarauacá-Acre, 04 de dezembro de 2018.



Valdernilson Gomes
Diretor 
CPF: 673.223.952-04
SEE Portaria Nº 407/2017


Escola de Ensino Fundamental Plácido de Castro
Av. Antonio Frota, n° 370, Centro / Cep: 69970-000
Tarauacá-Acre / Fone: 3462-1768